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As Políticas Estaduais de Mudanças Climáticas

postado por Gabriel| abril 26th, 2011 |Comentários 0 comentários

Com a instituição da PNMC (Política Nacional de Mudanças Climáticas) os estados brasileiros também criaram suas próprias legislações referentes ao combate as mudanças climáticas. Rio de Janeiro, São Paulo, Pernambuco, Mato Grosso, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, entre outros já instituíram suas políticas e saíram na frente no combate às mudanças climáticas.

Algumas políticas são muito semelhantes às outras, como, por exemplo, a PGMC (Política Gaúcha de Mudanças Climáticas) que se assemelha muito com a política de São Paulo. Porém, o Rio Grande do Sul não se comprometeu em realizar um inventário de emissões de gases do efeito estufa do próprio Estado, o que facilitaria muito na redução de emissões, já que se teria o conhecimento das principais fontes de suas emissões.

Um bom exemplo disso vem do Inventário realizado em São Paulo, que contabilizou as emissões de cinco grandes áreas do Estado: setor energético, indústria, agropecuária, resíduos e ocupação do solo. Com isso, descobriu-se que o setor energético é o mais poluidor, com 57,2% das emissões. O que contraria o cenário nacional, onde o principal fator de emissões é o desmatamento.

A seguir segue a tabela comparativa entre as emissões de São Paulo e do Brasil no ano de 2005, para visualizar o Inventário completo de São Paulo clique aqui.

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Executivo indiano visita área de Tapes que poderá receber parque eólico

postado por Gabriel| fevereiro 15th, 2011 |Comentários 0 comentários

O CEO mundial da Suzlon, empresa indiana que fabrica componentes para aerogeradores, Tulsi Tanti, visitou nesta manhã o município de Tapes, na região Sul do Estado, onde a empresa poderá construir uma unidade. O executivo indiano também encontrou-se com o prefeito de Tapes, Sylvio Tejada, e ainda irá reunir-se hoje no município com o vice-governador do Estado, Beto Grill, e com o governador Tarso Genro, em audiência marcada para Porto Alegre.

O investimento na região ficaria sob responsabilidade do grupo espanhol Impel, em parceria com a Suzlon, conforme antecipou a matéria na edição desta terça-feira de Zero Hora.

Tanti conheceu a área do futuro terminal portuário de Tapes e disse que ficou “impressionado” com as condições naturais do município, especialmente a oferta de água e alimentos da região. Segundo Tanti, a região tem “excelente qualidade de vento” para a produção de energia eólica.

- Tenho muito interesse em explorar as oportunidades do Rio Grande do Sul – disse.

A Suzlon possui fábricas na Índia, China e Alemanha e está há quatro anos no Brasil, com negócios especialmente na região Norte e Nordeste, e possui um market share de 42% de toda a capacidade eólica produzida no país.

Conforme Tanti, o país tem um ótimo potencial energético.

- O Brasil é muito dependente da energia hídrica e acanhado nos investimentos em
energia eólica. Acredito que o governo deveria ter como meta 25% da matriz energética eólica até 2020, como já fizeram outros países – declarou.

Fonte: Zero Hora

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Rio Grande do Sul é o 10° pior em tratamento de esgoto, diz pesquisa do IBGE

postado por Gabriel| janeiro 24th, 2011 |Comentários 0 comentários

Em 2008, ano da coleta dos dados, serviço estava presente em 15% dos municípios gaúchos

Divulgada na manhã desta sexta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a Pesquisa Nacional de Saneamento Básico de 2008 mostra o Rio Grande do Sul no ranking dos 10 estados brasileiros com pior tratamento de esgoto nos municípios. Apenas 15,1% das cidades gaúchas contavam com o serviço em 2008.

O percentual coloca o RS na 10ª pior posição entre as 26 Unidades da Federação e abaixo da média nacional, de 28,5%. Pelo estudo, realizado com base nos dados coletados pelo instituto em 2008, o Estado aparece à frente apenas de Roraima, Amapá, Tocantins, Sergipe, Amazonas, Pará, Rondônia, Piauí e Maranhão — este no último lugar, com menos de 2% dos municípios com esgoto tratado.

Na ponta da lista, os Estados com melhor desempenho são os da região Sudeste. São Paulo possui 78,4% das cidades atendidas pelo serviço, seguido do Espírito Santo (69,2%) e do Rio de Janeiro (58,7%). Santa Catarina aparece uma posição à frente do RS, com tratamento em 16% dos municípios.

Quando o critério de comparação é o percentual de municípios com rede coletora de esgoto, o Estado melhora o seu desempenho. Segundo a pesquisa do IBGE, 40,5% das cidades gaúchas possuem o serviço — o RS é o 12° em relação às demais Unidades da Federação. No entanto, nesse quesito, também permanece abaixo da média nacional, fixada em 55,2%.

São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo novamente dominam o ranking dos mais bem colocados, com percentuais superiores a 90%.

24,3% dos domicílios gaúchos têm rede de esgoto

No quesito esgoto, a melhor coloração obtida pelo Estado na pesquisa de 2008 é quando o critério de comparação é o percentual de domicílios atendidos por rede geral. O RS ocupa a 9ª posição, com 24,3% das residências atendidas pelo serviço. Contudo, novamente aparece com índice inferior à média nacional.

São Paulo, Pernambuco e Minas Gerais lideram o ranking, com rede de esgoto em mais de 68% dos domicílios. Além dos serviços de esgotamento sanitário, a pesquisa avalia o abastecimento de água e o manejo de resíduos sólidos prestados à população pelas entidades que atuam no setor.

No Brasil, 54% dos domicílios não têm redes de esgoto

Em âmbito nacional, a pesquisa do IBGE aponta que menos da metade dos domicílios brasileiros tinham redes de coleta de esgoto em 2008. Segundo o instituto, 54,3% das residências recorriam a fossas sépticas ou a meios menos higiênicos, como fossas secas, valas a céu aberto ou lançamento direto em cursos de água.

Entre 2002 e 2008, o número de municípios servidos com alguma rede de esgoto aumentou 6,3% — passou de 52,2% para 55,2%.

— O desejável é que tivéssemos números maiores. Mas o fator importante é que a gente está aumentando a cobertura. Talvez o ritmo não seja o adequado, mas estamos caminhando na direção certa — afirma o economista do IBGE Paulo Gonzaga de Carvalho.

Carvalho destaca outro dado considerado positivo: o percentual do esgoto coletado que é tratado passou de 35,3% em 2000 para 68,8% em 2008.

— Isso é um avanço considerável. É claro que ainda não é o ideal — diz.

Entre os estados com maior rede de coleta de esgoto, destacam-se São Paulo, com 82,1% de cobertura, Pernambuco (74,2%) e Minas Gerais (68,9%). As demais 24 unidades da federação tinham, em 2008, menos da metade de seus domicílios atendidos por redes coletoras.

Fonte: ZEROHORA.COM E AGÊNCIA BRASIL

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