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Tractebel vai construir cinco parques eólicos voltados para o mercado livre

postado por Gabriel| março 24th, 2011 |Comentários 0 comentários

Projetos vão demandar investimentos da ordem de US$ 368,2 milhões e terão capacidade instalada de 145,4 MW. Aerogeradores serão da Siemens

A Tractebel vai implantar cinco projetos eólicos, cuja venda da energia será destinada ao mercado livre. Os projetos demandarão investimentos da ordem de US$ 368,2 milhões e terão capacidade para produzir 145,4 MW. A construção dos projetos foi aprovada durante reunião do Conselho de Administração da companhia, que aconteceu na terça-feira, 22 de março. A previsão é que os projetos estejam concluídos até outubro de 2012.

Os investimentos serão realizados nas seguintes empresas controladas: Central Eólica Mundaú, com capacidade instalada de 30 MW; Central Eólica Fleixeiras I, com 30 MW; Central Eólica Trairi, com 25,4 MW; Central Eólica Guajirú, com 30 MW; e Eólica Porto das Barcas, com 30 MW. Segundo a Tractebel, os quatro primeiros parques serão instalados no município de Trairí, no Ceará, e o último, no município de Parnaíba, no Piauí.

A Siemens será a responsável pelo fornecimento dos aerogeradores, enquanto a WEG vai fornecer o pacote eletromecânico. A empresas controladas, ainda segundo a Tractebel, deverão desenvolver todas as atividades necessárias para a obtenção de Créditos de Carbono relativos aos projetos.

Fonte: Agência CanalEnergia

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BNDES destina R$ 277 milhões para construção de parque eólico em Tramandaí

postado por Gabriel| março 3rd, 2011 |Comentários 0 comentários

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou na quarta-feira um financiamento de R$ 790,3 milhões para a construção de nove usinas eólicas (energia gerada pelos ventos) no país. Uma delas, com capacidade de 70 megawatts (MW) e orçada em R$ 227,7 milhões, será instalada no Estado, no Parque Eólico Elebras Cidreira 1, em Tramandaí (RS). As outras oito serão no Ceará, com capacidade de 211,5 MW.

O BNDES informou que a usina de Tramandaí está incluída no Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica (Proinfa), do governo federal. A previsão é que sejam criados 535 empregos diretos durante as obras. Já os novos parques eólicos no Ceará representarão a geração de 1,2 mil oportunidades ao longo da construção e 2,5 mil indiretos.

Conforme o banco, os projetos preveem o aproveitamento da mão de obra local e a capacitação e especialização dos trabalhadores. Os recursos, no valor de R$ 562,6 milhões, serão repassados pela Caixa Econômica Federal.

Os 51 parques eólicos em operação no país totalizam potência instalada de 937 MW. Mais 18 projetos estão em construção, com previsão de entrada em funcionamento ao longo deste ano. Eles totalizam capacidade instalada de mais 500,8 MW. O número inclui a usina de Tramandaí, segundo o BNDES.

Fonte: AGÊNCIA BRASIL

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Executivo indiano anuncia investimento inicial para futuro parque eólico em Tapes

postado por enerbio| fevereiro 15th, 2011 |Comentários 0 comentários

O CEO mundial da Suzlon, empresa indiana que fabrica componentes para aerogeradores, Tulsi Tanti, anunciou no final da manhã desta segunda-feira que a empresa vai instalar dois aerogeradores com capacidade para 4,2 megawatts (MW) de energia no município de Tapes (2,1 MW cada um), na região Sul do Estado, onde a empresa poderá construir uma unidade. Os aerogeradores devem estar prontos até o fim do ano e servirão para a empresa testar o solo, por conta do peso das torres, e o regime de ventos da região na prática, como um projeto piloto para futura instalação de um parque eólico.

O executivo indiano também encontrou-se com o prefeito de Tapes, Sylvio Tejada, e com o vice-governador do Estado, Beto Grill, depois de visitar a área próxima ao futuro terminal portuário do município onde a empresa estuda se instalar, chamada Capão da Moça. À tarde, o CEO também terá uma audiência em Porto Alegre com o governador Tarso Genro.

O investimento na região ficaria sob responsabilidade do grupo espanhol Impel, em parceria com a Suzlon, conforme antecipou a matéria na edição desta terça-feira de Zero Hora.

Qualidade de vento

Tanti conheceu a área do futuro terminal portuário de Tapes e disse que ficou “impressionado” com as condições naturais do município, especialmente a oferta de água e alimentos. Segundo Tanti, a região tem “excelente qualidade de vento” para a produção de energia eólica e pode gerar entre 3000 MW e 5000 MW de energia eólica por ano. Atualmente, todo o Brasil produz em torno de 900 MW.

— Tenho muito interesse em explorar as oportunidades do Rio Grande do Sul — disse.

A Suzlon possui fábricas na Índia, China e Alemanha e está há quatro anos no Brasil, com negócios especialmente na região Norte e Nordeste, e possui 42% de participação de mercado sobre toda a capacidade eólica produzida no país.

Conforme Tanti, o país tem um ótimo potencial energético:

— O Brasil é muito dependente da energia hídrica e acanhado nos investimentos em energia eólica. Acredito que o governo deveria ter como meta 25% da matriz energética eólica até 2020, como já fizeram outros países — declarou.

Viabilidade do parque depende de leilão

O projeto de Tapes poderá ser acelerado dependendo do resultado do próximo leilão de energia renovável, marcado pelo Ministério das Minas e Energia para o segundo trimestre do ano – entre abril e junho. A expectativa é de uma compra de 2 mil MW por parte do governo, entre energia eólica, termelétricas a biomassa, hidrelétricas e gás natural.

A expectativa da Impel e da Suzlon é vender cerca de 400 MW de energia no leilão para viabilizar o investimento. Mas o prefeito de Tapes, Sylvio Tejada, não é tão otimista. De acordo com Tejada, o Rio Grande do Sul apresenta menos competitividade que projetos eólicos estruturados para o Nordeste do país.

— O negócio é consistente, e eu estou otimista. Mas leilão é leilão — advertiu o prefeito.

Fonte: Zero Hora

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Rio Grande do Norte pode ter maior Centro de Tecnologia de Energia Eólica do mundo

postado por Gabriel| fevereiro 8th, 2011 |Comentários 0 comentários

O estado do Rio Grande do Norte está próximo de receber um Centro de Tecnologia de Energia Eólica. A declaração feita pelo secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Benito Gama, aponta o projeto como sendo o maior do mundo no segmento.

Imagem: SENINT

O estado nordestino possui atualmente dois parques eólicos em operação e outros 62 deverão estar em funcionamento até 2013. A intenção governamental é destinar parte dos lucros obtidos com a produção de energia limpa para a construção da central de estudos. Gama explicou que o intuito é formar 15 mil pessoas no RN, caracterizando assim a grandiosidade do projeto.

Essa é uma oportunidade de associar desenvolvimento econômico e social para um dos estados que mais cresce na produção de energia renovável em todo o território brasileiro. A qualidade dos ventos na terra potiguar atrai investidores internacionais e coloca o estado como o maior produtor nacional de energia eólica, com 50% de toda a capacidade nacional.

Além de trazer desenvolvimento para o nordeste os novos investimentos valorizam as propriedades da região, que devem ganhar valores ainda maiores após um leilão de energia eólica que será realizado em maio deste ano.

Os representantes do governo também estudam a implantação de uma montadora especializada na produção de peças utilizadas na construção dos parques eólicos no RN. Este empreendimento geraria emprego, renda e ainda minimizaria os gastos com o transporte de peças.

Um projeto tão grande como esse precisa também de muito capital para sair do papel e tornar-se realidade. Os gastos estimados para essa construção estão orçados em R$ 8 bilhões, que devem ser provenientes de fontes diversas, como o Banco do Nordeste, o Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste e outras financiadoras e empresas que ainda estudam a proposta.

Fonte: CicloVivo, com informações do Diário de Natal.

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Impsa vai construir o parque eólico da Chesf

postado por Gabriel| fevereiro 3rd, 2011 |Comentários 0 comentários

Contrato é de R$ 600 milhões e prevê a fabricação de 120 aerogeradores. Com o negócio, a unidade de Suape tem agora uma carteira de encomendas com 800 equipamentos, que somam R$ 3 bilhões

Adriana Guarda

A fábrica do grupo argentino Impsa, no Complexo de Suape, vai construir o primeiro parque eólico da companhia Hidrelétrica do São Francisco (Chesf), que será instalado no município baiano de Casa Nova. Orçado em R$ 600 milhões, o contrato é para a fabricação de 120 aerogeradores. Com o novo negócio, a unidade pernambucana passa a contar com uma carteira de encomendas de 800 equipamentos até 2012, somando R$ 3 bilhões.

“Durante um bom tempo esse será o maior parque eólico do Brasil e também é a nossa maior encomenda para um só parque”, destaca o gerente comercial da Impsa Wind, Paulo Ferreira. O executivo conta que a empresa fechou acordo de fornecimento dos aerogeradores para a Chesf antes mesmo de a companhia participar do leilão, realizado pelo governo federal em 2010. “Como entramos com eles desde o início do projeto, conseguimos uma redução de custo da ordem de 14% na implantação do parque e um aumento de 5% na capacidade de geração de energia”, observa.

A fábrica da Impsa em Suape, que conta hoje com 400 funcionários, vai começar a produção dos aerogeradores ainda este ano com prazo para entregar o parque até 31 de dezembro de 2012. “É um, parque gigante. Para se ter uma ideia, cada aerogerador pesa 700 toneladas e tem 141 metros de altura, o equivalente a um prédio de 50 andares”, compara Ferreira.

Para montar o parque não será necessário aumentar o quadro de funcionários da fábrica de Suape. Os novos empregos serão no município de Casa Nova, onde será necessário construir uma unidade para fabricar as torres de concreto para os aerogeradores. “Daqui de Pernambuco vamos fabricar os aerogeradores e enviar as pás para a Bahia”, explica. Atualmente, 50% do fornecimento de pás é feito pela empresa paulista Tecsis e o restante é comprado da canadense LM. As duas companhias estudam a construção de fábricas locais no parque de equipamentos para a geração de energia eólica que está se formando em Suape.

O parque eólico da Chesf na Bahia terá capacidade de geração de 180 MW, o suficiente para abastecer uma cidade com 320 mil residências. “Esse projeto é de grande importância para a Chesf. Não só marca a nossa entrada no setor de energia eólica, como também a força de ser o maior parque do País, um parque que será apenas da Chesf”, destaca José Ailton, diretor de Engenharia da companhia.

Fonte: Jornal do Comércio, PE.

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Fonte eólica deve aumentar participação na matriz energética

postado por Gabriel| janeiro 31st, 2011 |Comentários 0 comentários

A geração eólica, que atualmente representa uma fatia de menos de 1% da matriz de energia elétrica nacional, deve alcançar um patamar de até 15% em dez anos. O presidente da Ventos do Sul Energia e coordenador da Divisão de Infraestrutura, Energia e Comunicações da Federasul, Telmo Magadan, aposta nesse crescimento e no desenvolvimento de uma cadeia local de fornecedores de equipamentos eólicos. A Ventos do Sul Energia é a responsável pela operação do parque eólico de Osório, que conta com 150 MW de capacidade. Além desse complexo, o grupo Elecnor/Enerfin (controlador da companhia) já assegurou a ampliação em 150 MW da sua capacidade de produção eólica no Estado, nos municípios de Osório e Palmares do Sul. Magadan ainda integra o Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES-RS) do governo Tarso Genro.

JC Empresas & Negócios – Hoje, com cerca de 925 MW em geração eólica, a fonte tem uma participação de 0,82% na matriz de energia elétrica brasileira. Qual a projeção de crescimento para os próximos anos?
Telmo Magadan – A diversificação das fontes de energia na matriz elétrica brasileira é algo muito importante. O Brasil é uma potência energética hoje das maiores do mundo e temos todas as formas de energia no País, inclusive a eólica. Acredito que a geração eólica possa atingir de 12% a 15% da matriz elétrica nacional em um período de dez anos.
Empresas & Negócios – Qual será o apetite do grupo Elecnor/Enerfin em investimentos em 2011?
Magadan – Primeiro, há a demonstração da continuidade de investimentos do grupo no Rio Grande do Sul, que já foi manifestado ao governador Tarso Genro. O grupo evidenciou que tem desejo de investir mais e que é responsável com os cumprimentos dos prazos. Mas tem algumas coisas em que as políticas públicas precisam ser aprimoradas. A Empresa de Pesquisa Energética (EPE), que é vinculada ao Ministério de Minas e Energia, prevê que, de 2010 a 2019, o Brasil terá que construir 35 mil MW de energia nova, englobando todas as fontes. No meu ponto de vista, a empresa está tendo uma atitude muito responsável quanto ao planejamento do setor elétrico brasileiro. É algo enorme. O que nos interessa no caso das eólicas, na minha opinião, é que se deve tornar mais claro o horizonte para os investidores.
Empresas & Negócios – O que é possível fazer para tornar o futuro do segmento mais previsível?
Magadan – O governo federal precisa dizer quantos leilões serão realizados e qual o volume de energia que será contratado nos próximos anos. O indicado seria projetar dez anos. Com isso, é possível concretizar uma política nacional de investimentos em parques eólicos, uma política industrial voltada para a produção de equipamentos, como aerogeradores e componentes derivados, e um aprimoramento tecnológico.
Empresas & Negócios - Que volume de energia os leilões eólicos deveriam comercializar anualmente?
Magadan – O ideal era trabalhar com uma faixa de 3 mil MW. Um detalhe que reivindicamos é que se estude a possibilidade de realização de leilões regionais. Essa situação contemplaria o Rio Grande do Sul.
Empresas & Negócios – Como o senhor avalia os atuais patamares de preço para a comercialização da energia eólica?
Magadan – Quando uma empresa entra em um leilão e dá um preço, ela tem viabilidade. Os valores que estão sendo praticados são reais.
Empresas & Negócios – Quando o grupo Elecnor/Enerfin deve iniciar as obras de expansão de geração eólica em Osório e Palmares do Sul?
Magadan – As obras começam neste primeiro semestre de 2011. E até 2013 deverão ser concluídas.
Empresas & Negócios – O Rio Grande do Sul e o Nordeste possuem condições de ventos favoráveis para a geração eólica. Como o senhor vê a concorrência entre essas duas regiões?
Magadan – O Rio Grande do Sul tem que enfrentar melhor a concorrência dos estados do Nordeste em relação à questão da energia eólica. E uma prova disso são os resultados dos últimos leilões. Temos ficado com 10%, 12% do total que é arrematado nas disputas, o maior volume de energia fica no Nordeste. O Rio Grande do Sul tem que se dar conta de que a energia eólica é uma dádiva. O Estado possui ventos e não pode dispensar essa fonte, pois é deficitário na produção de energia em relação ao seu consumo. É preciso criar um mecanismo para incentivar o empreendedor a investir na região. O governador Tarso Genro se mostrou extremamente sensível para analisar essa situação. Na condição de presidente da Ventos do Sul e através da Federasul vamos tentar contribuir para que se crie um programa de incentivo à energia eólica no Estado.
Empresas & Negócios – Além do apoio do governo, que outros fatores podem contribuir para o desenvolvimento da fonte eólica no Estado?
Magadan - Há dois fatores que afetam o mundo atualmente e deverão ser relevantes nos próximos anos: segurança energética para garantir o crescimento econômico e preservação ambiental, com redução da geração dos gases que provocam o efeito estufa. Como ampliar a oferta de energia, mantendo a preocupação ambiental? Esse será um desafio da humanidade. O Rio Grande do Sul tem hoje uma diversificação das fontes energéticas, que passam pela hídrica, térmica e eólica. A eólica é uma nova fonte absolutamente limpa, sem nenhum contratempo ambiental. Além disso, independentemente de o Rio Grande do Sul estar ligado ao sistema interligado de energia, nós precisamos, por segurança, por sermos ponta do sistema, ter uma maior produção de energia. A fonte eólica é complementar à hídrica e pode auxiliar o sistema elétrico em tempos de seca.
Empresas & Negócios – O setor verifica no momento uma carência quanto a uma cadeia nacional de fornecedores de equipamentos eólicos?
Magadan – Estamos criando essa cadeia. A tendência de nacionalização é rápida e já está acontecendo. Até porque o Bndes (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), para conceder financiamentos, exige isso. Pelo movimento do mercado nacional, identifica-se um grande interesse do ponto de vista industrial e tecnológico para implantar uma cadeia produtiva integral dentro do Brasil.
Empresas & Negócios – E como está essa questão no Rio Grande do Sul?
Magadan – O Rio Grande do Sul tem condições tecnológicas de ser um produtor de equipamentos eólicos. Já poderia haver no Estado uma indústria de aerogeradores. Poderíamos fornecer esses equipamentos para o Mercosul, para a Argentina, que tem um potencial para energia eólica muito grande na Patagônia. Também teríamos a possibilidade de abastecer outros estados e exportar para outras nações. O Rio Grande do Sul está pedindo uma fábrica de aerogeradores e essa pode ser uma meta do novo governo estadual.
Empresas & Negócios – Como o senhor avalia o potencial de produção eólica offshore (na água)?
Magadan – Temos um potencial muito grande em terra, com um custo bem menor, então devemos pensar no offshore mais adiante. Porém, devemos nos preparar para isso, pois o processo tecnológico e as necessidades são mais rápidos, muitas vezes, do que o planejamento. No Nordeste já existem projetos nesse sentido e o Rio Grande do Sul também deve começar a considerar a questão. Temos que pensar com antecipação. Se os equipamentos e a tecnologia empregada diminuírem de custos, a vantagem do offshore é que se alcança um fator de capacidade de geração maior. Isso porque não existem obstáculos para interromper os ventos. É possível, no mar, chegar a 75% de capacidade de produção de energia.

Fonte: Jornal do Comércio

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