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Pobre também deveria ter painel solar, diz secretário do Clima

postado por enerbio| março 22nd, 2011 |Comentários 1 comentário

O novo secretário nacional de Mudança Climática, Eduardo Assad, tem dois recados para os empresários do país: se quiserem investir em energia alternativa, haverá crédito barato do governo. Se não quiserem, vão ter de investir do mesmo jeito.

Engenheiro com doutorado em hidrologia, o pesquisador da Embrapa Informática assumiu o cargo na semana passada, com carta branca da ministra Izabella Teixeira (Meio Ambiente) para formular a política climática.

Ele diz que o recém-criado Fundo Clima, que começa neste ano com R$ 229 milhões, será o principal incentivador do desenvolvimento de tecnologias como energia solar, de marés e biodiesel.

Embrapa/Divulgação

Mas avisa que essas mesmas linhas de crédito devem abrir no governo o debate sobre restrições a financiamento para quem não quiser adotar tecnologias limpas. “Soltou-se essa lebre”, afirma.

Um entrave sério, para ele, é a maneira de pensar em energia no Brasil. “Num país cuja mentalidade de geração de energia nos últimos 50 anos foi hidrelétrica, você tem posições que são refratárias imediatamente”, diz.

“Se eu puder tomar meu banho com energia solar, será um passo razoável. Isso não é novo: a classe média alta em todas as cidades brasileiras já faz isso. Por que o pobre não pode fazer?”

Folha – O que muda na secretaria de Mudança Climática?
Eduardo Assad – Estamos num processo de discussão. Hoje a secretaria se chama Secretaria de Mudança Climática e Qualidade Ambiental, provavelmente vai se chamar Secretaria de Mudança Climática e Recursos Hídricos, talvez florestas, para você ter mais aderência nessas questões todas. Uma das nossas missões é acompanhar o desmatamento. Outra é acompanhar políticas para reduzir desertificação. Acompanhar reduções de gases de efeito estufa. Discutir, acompanhar e participar dos sistemas de alerta.

Existe uma previsão no Fundo Clima de recursos para pesquisa em energia solar. Mas é pouco, não?
É pouco. Mas a boa notícia é que agora tem. Vamos competir com o setor elétrico? Absolutamente! O que nós queremos é que, naquelas regiões do Brasil onde você tem problemas de distribuição, áreas pequenas, municípios com 5.000, 10 mil habitantes, por que não utilizar energia solar, pelo menos para aquecer a água? Isso não pode ser uma opção somente das áreas urbanas, da classe média alta. Por que o pobre não pode usar coletor solar?

O Brasil tem condições hoje de usar energia fotovoltaica?
Tem. Existe um grupo no Rio Grande do Sul que desenvolveu um material muito legal e bastante eficiente. Então vamos agitar isso para encontrar soluções que falem, por exemplo, de refrigeração solar para preservar alimentos no sertão? Isso não é novo, é do meu tempo de estudante. É caro? É caro. Mas nas áreas mais afastadas dos grandes centros talvez não seja tão caro.

Vamos começar pelo começo, por aquelas áreas onde você pode fazer isso de uma forma mais eficiente. Isso gera demanda de pesquisa, de novos materiais, de eficiência. E você vê a partir daí se é possível.

Num país cuja mentalidade de geração de energia nos últimos 50 anos foi hidrelétrica, obviamente você tem posições que são refratárias imediatamente. E cálculos enormes dizendo que não é isso, que não é aquilo…

Quando você discute essas coisas, tem de olhar para o futuro, num horizonte de 40 anos, de 50 anos. Só que 30 anos atrás já se falava disso. E não se fez. Outra coisa importante: 8.000 km de costa e você não tem energia de marés. Por quê?

Também existem populações na beira do mar que têm dificuldade de ter energia. E é um absurdo não ter nenhum protótipo instalado. A iniciativa privada não quer? Tá bom, o governo quer.

E o Brasil comprou um protótipo da Alemanha?
Não sei se da Alemanha, mas comprou de fora.

Não é um pouco ingênuo achar que só porque existe dinheiro e expertise no país o negócio vai ser feito? Nosso empresariado é cronicamente ruim de inovação.
Vamos dizer que nós estamos mais ou menos na situação em que os EUA estavam em 1930, 1940, quando se decidiu que todos os equipamentos usados em ciência e tecnologia deveriam ser americanos. No momento em que isso foi feito, várias indústrias cresceram. Nós em grande parte perdemos esse “timing” no Brasil. Mas o governo pode sinalizar que está trabalhando nessa linha, energia renovável. Se eu coloco esse dinheiro a juros de mercado, ninguém vai pegar. Então nós vamos atrair recursos para isso.

Mas não basta oferecer a cenoura do juro barato, é preciso dar o chicote da regulação.
Vamos tentar pensar na posição mais favorável, não na cobrança, mas no incentivo: você tem de um lado esse incentivo, de outro um programa imenso no MCT de inovação, que precisa de recurso nosso para avançar.
Alguns exemplos importantes no Brasil surgiram nessa linha de energia. O exemplo de São Paulo e de Gramacho, do aterro sanitário, é fantástico. Você recicla, gera energia e atende 600 mil pessoas. É o melhor dos mundos. Dentro da lógica da redução de emissões, opções novas vão ter de surgir. Jogar pedra em energia solar, isso se faz há 30 anos.

Fonte: Folha Online

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Campanha da Fraternidade quer ampliar debate sobre mudanças climáticas

postado por enerbio| março 11th, 2011 |Comentários 0 comentários

A Igreja quer mobilizar fiéis sobre os impactos das mudanças climáticas e estimular ações práticas para preservar o meio ambiente. Com o tema Fraternidade e a Vida no Planeta, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) lançou hoje (9) a 48ª Campanha da Fraternidade, que pretende alertar os católicos para a gravidade das consequências do aquecimento do planeta.

No texto-base da campanha, a CNBB expõe as principais conclusões da ciência sobre as mudanças climáticas e a participação humana no problema, faz críticas ao modelo energético que ainda privilegia fontes fósseis – grandes emissoras de gases de efeito estufa, ao desmatamento e até ao agronegócio.

Segundo o secretário-geral da CNBB, dom Dimas Lara Barbosa, a ideia é aproximar o debate sobre mudanças climáticas das pessoas e estimular mudança de hábitos e políticas públicas que ajudem a preservar a vida e o planeta.

“Pergunta-se o que o cidadão comum pode fazer. As enchentes em São Paulo e em outros capitais, por exemplo, poderiam ser minimizadas se não houvesse uma massa de detritos jogados nos rios”, citou dom Dimas.

Entre as ações práticas sugeridas pela campanha estão a redução do uso de sacolas plásticas, o uso de energias renováveis e mudanças de hábitos de consumo. “As campanhas da Fraternidade são caracterizadas pela capilaridade, chegamos ao ribeirinhos da Amazônia e aos grandes condomínios. Isso contribui para o alcance da reflexão.”

Durante a apresentação da campanha, o secretário-geral da CNBB criticou a falta de investimentos em fontes alternativas de energia, como a eólica e a solar, o risco de aprovação de mudanças no Código Florestal sem considerar a opinião de movimentos ligados à terra e a construção de grandes projetos de infraestrutura sem garantia de contrapartidas sociais.

Dom Dimas reiterou críticas da CNBB a algumas das propostas de mudanças no Código Florestal previstas no relatório do deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP), como a possibilidade de anistia para desmatadores e a redução de limites de áreas de preservação. “Nossa preocupação é que o código não seja votado de forma apressada porque as consequências serão duradouras.”

Fonte: Agência Brasil

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Rio+20 representa chance na luta contra pobreza, diz ONU

postado por enerbio| março 11th, 2011 |Comentários 0 comentários

Mônica Villela Grayley, da Rádio ONU em Nova York.

As Nações Unidas acreditam que a Conferência sobre Desenvolvimento Sustentável Rio + 20, oferecerá uma chance na luta contra a pobreza. A reunião está marcada para junho de 2012, no Rio de Janeiro.

A afirmação foi feita pelo subsecretário-geral de Assuntos Econômicos e Sociais, Sha Zukang, em entrevista a jornalistas nesta terça-feira, em Nova York.

Acordo

Segundo ele, o encontro tentará fechar um acordo de transição para a “economia verde” que deverá ajudar a reduzir o número de pobres no mundo.

O subsecretário-geral falou após dois dias de reunião da Comissão Preparatória da conferência, na sede da ONU. Segundo analistas, a Rio + 20 também será uma oportunidade de troca de experiências sobre iniciativas de energia limpa entre vários países.

Um dos participantes do evento, o especialista de mercados, e ex-analista do Banco de Investimento Português, Dirk Schnittker, falou à Rádio ONU sobre o interesse de empresas estrangeiras no setor energético brasileiro.

Energia Eólica

“O problema é que a tecnologia verde, am alguns casos, ainda é cara. Então, muitas vezes sai mais barato utilizar o carvão que a energia solar ou eólica. O Brasil é muito verde em várias coisas, como eletricidade. Para as empresas estrangeiras, existem projetos muito grandes como hidrelétricas, energia eólica e até o petróleo, cuja área ainda não está muito verde”, afimou.

A Rio+20 vai marcar os 20 anos da realização da ECO-92. Zukang afirmou que “não se pode esperar mais outros 20 anos” para se alcançar um compromisso.

Fonte: UNIC Rio de Janeiro

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Eles optaram pelas energias renováveis. Nós também podemos?

postado por enerbio| março 10th, 2011 |Comentários 1 comentário

Alemanha e Japão são dois exemplos de países que conseguiram envolver a população para expandir o uso de energias renováveis

Em entrevista a Época NEGÓCIOS, o físico José Goldemberg, uma dos maiores especialistas em energia do Brasil, conta exemplos de países que conseguiram envolver a população para expandir o uso de energias renováveis. Mesmo lembrando que nossa matriz energética é preponderantemente limpa, casos como os descritos abaixo soam utópicos para a realidade brasileira. Ainda assim, inspiram iniciativas semelhantes por aqui.

Alemanha – Aerogeradores no quintal de casa

No país europeu, as chamadas “feed-in tariffs” (ou incentivos públicos para energias renováveis) foram a alavanca utilizada para estimular a adesão à energia eólica. Lá, um cidadão com área, dinheiro e disposição para investir em aerogeradores sabe que tem cliente certo para a energia que gerar. “O governo é obrigado a comprar e ainda paga valor mais alto do que o da energia fóssil. O sobrepreço é repassado à população. Sem leilão, sem burocracia”, afirma Goldemberg.

Japão – Do telhado para a geladeira

Painéis fotovoltaicos são uma opção limpa – e cara – de energia. Custam aproximadamente o dobro de qualquer outra modalidade. Na prática, estes painéis são instalados nos telhados das casas e convertem a luz solar em energia elétrica. O governo japonês oferece subsídios à população para a aplicação dos dispositivos nas residências. O cidadão interessado em usar a tecnologia tem acesso facilitado a empréstimos. “Durante o dia, em que há incidência dos raios solares, a maior parte das pessoas está trabalhando e, portanto, não utiliza a energia produzida. Nesse período, ela é direcionada à rede de distribuição. À noite, as famílias utilizam a energia fornecida pela rede. Ninguém paga conta de luz”, diz o físico.

Fonte: Revista Época Online

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Energia do planeta pode ser 100% renovável em três décadas

postado por enerbio| março 10th, 2011 |Comentários 0 comentários

Cientistas afirmam que totalidade do consumo poderia ser completamente de fontes eólicas, solares e hidroelétricas
por Agência EFE

Um polêmico estudo elaborado pelos pesquisadores Mark Z. Jacobson e Mark A. Delucchi, da Universidade da Califórnia, em Davis, e publicado na revista “Energy Policy”, assegura que 100% da energia consumida no planeta poderia ser obtida de fontes completamente limpas e renováveis em um prazo de três ou quatro décadas.

No relatório se garante que esta energia teria um custo comparável ao da energia convencional que utilizamos na atualidade, e consideram que a conversão ao novo sistema seria um desafio como o do projeto Apolo, com o qual fomos à Lua na década de 1960.

O projeto consiste na utilização de 90% da eletricidade procedente das fontes eólicas e solares. O resto da energia necessária, 8%, poderia ser gerada a partir das fontes geotérmicas e hidroelétricas, enquanto os restantes 2% se extrairia da energia produzida pelas ondas e pelas marés.

No entanto, embora os dois cientistas tenham tentado dar resposta a muitas das dúvidas que se colocam no setor das energias renováveis, a controvérsia já está aberta: segundo alguns pesquisadores, esta é uma concepção otimista demais sobre o futuro das energias limpas.

Substituir o petróleo
Para Antonio Chica, cientista titular do Conselho Superior de Pesquisas Científicas (CSIC) no Instituto de Tecnologia Química de Valência, Espanha, “é preciso ser muito prudente na hora de afirmar que podemos nos servir de energias renováveis no tempo que indica este relatório”.

“Não se pode prever a provisão futura de petróleo, as altas de preços que possa ter ou os conflitos que se possam gerar em torno dele. Embora em questão tecnológica seja certo que, por exemplo, já há países que utilizam energia eólica ou solar que produz eletricidade em grandes quantidades e de uma maneira bastante fácil”, diz.

Segundo Jacobson e Delucchi, os meios de transporte seriam movidos por energia elétrica procedente de renováveis, eliminando completamente a dependência do petróleo. Carros, trens, navios seriam impulsionados por motores elétricos alimentados por pilhas de combustível, baseadas em hidrogênio obtido mediante eletrólises de água.

“Agora todas as grandes indústrias do automóvel estão trabalhando em alternativas que não utilizem petróleo e as alternativas são baterias e pilhas de combustível ainda em desenvolvimento. Essa pesquisa se deve a que a indústria é consciente de que o petróleo tem um tempo limitado”, adverte Antonio Chica.

“Mas para eles tanto faz que seja petróleo, hidrogênio ou qualquer energia renovável, o que lhes importa é que seja o mais barato e, por enquanto, o mais barato continua sendo o petróleo pela infraestrutura já existente que possui”, comenta.

“O mercado não vai se movimentar porque se polui mais ou menos. Os governos são os que teriam que direcionar o processo, assim como os níveis de poluição”, também assinala o cientista.

Esta transição para estas novas formas de energia traz uma despesa de adaptação tecnológica, mas Jacobson e Delucchi opinam que não é preciso que desenvolvamos nenhuma nova tecnologia porque elas já existem e se encontram disponíveis.

Jacobson e Delucchi apresentam um planeta semeado de sistemas eólicos e solares entre os quais se pudesse redistribuir a energia elétrica estacionária. Recolher o que o vento produz durante a noite e a energia solar durante o dia, e aproveitar ao máximo os excessos de geração que se produzem em algumas regiões e poder enviar para outras com mais dificuldades para gerá-las.

Quanto à instalação de turbinas eólicas, um dos maiores problemas é a das grandes superfícies que são necessárias para sua instalação. O número delas que aparece no projeto é tão grande que seria preciso cobrir 0,6% da terra firme disponível.

Mas Jacobson também tem resposta para este problema e propõe que “a maioria da terra existente entre as turbinas eólicas possa ser utilizada para a pecuária ou a agricultura”. Além disso acrescenta outra alternativa: instalá-los sobre plataformas flutuantes no mar.

Jacobson, reconhecido professor de engenharia civil especializado em temas ambientais, assegura que não existem barreiras de caráter tecnológico ou econômico para substituir todas as fontes de energia que utilizamos na atualidade por outras que sejam limpas e renováveis, e que o maior desafio é superar as barreiras políticas que o impedem.

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Estudo mostra projetos “Estádios Solares” para a Copa de 2014

postado por Gabriel| fevereiro 15th, 2011 |Comentários 0 comentários

Em 2014 o Brasil sediará a Copa do Mundo de futebol e o intuito do país e da Fifa (Fédération International de Football Association) é mostrar ao mundo como é feita uma copa “verde”. Para isso, os estádios receberão certificações e adequações ambientais para reduzir o impacto que um evento desse porte causa na natureza.

Diante dessa premissa um grupo de estudantes da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), coordenado por Ricardo Rüther, juntamente com o Instituto para o Desenvolvimento das Energias Alternativas da América Latina (Ideal), realizou um relatório com projetos de instalação de placas fotovoltaicas nos estádios usados na Copa.

A pesquisa detalhou os projetos elaborados especificamente para cada estádio, com base nos pré-requisitos definidos pela Fifa. (Imagem: Portal 2014)

O estudo “Estádios Solares Opção Sustentável para a Copa de 2014 no Brasil” tem como objetivo fornecer informações atualizadas sobre os projetos Estádios Solares, com estimativas de potência instalada e de custos de instalação dos sistemas de captação de energia solar.

Além de incentivar o uso dessa tecnologia para o evento esportivo, os autores acreditam que através dessa iniciativa a busca por alternativas limpas de obtenção de energia possa se popularizar no Brasil.

A pesquisa detalhou os projetos elaborados especificamente para cada estádio, com base nos pré-requisitos definidos pela Fifa. Foram colocados os gastos e o potencial energético de cada uma das construções, adaptando-os às necessidades de cada região.

O Maracanã, por exemplo, que será o palco da final da Copa, ao longo de sua área de 23.162 metros quadrados, seria capaz de produzir de 1,46 MWp a 3,28 MWp de energia, dependendo do tipo de tecnologia que fosse implantado.

Para todos os projetos foram feitos dois cenários. O primeiro com a instalação de silício cristalino, que é a tecnologia usada normalmente, e com filmes finos de silício amorfo, que é mais caro, porém produz mais energia.

Clique aqui para ter acesso ao relatório completo.

Fonte: CicloVivo

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Orçamento de Obama para 2012 estipula U$8 bilhões para energia limpa

postado por Gabriel| fevereiro 15th, 2011 |Comentários 0 comentários

O presidente Barack Obama propôs nesta segunda-feira o aumento dos fundos para pesquisa e desenvolvimento de energia limpa no orçamento de 2012, através da redução de subsídios para combustíveis fósseis, como o petróleo, gás e carvão.

O orçamento libera ao Departamento de Energia U$29,5 bilhões para o ano fiscal de 2012, uma elevação de 4,2% em relação ao proposto no orçamento de 2011, e de 12% em relação ao orçamento aprovado em 2010. Deste total, U$8 bilhões serão destinados a pesquisas na área de energia limpa, como energia eólica, solar e baterias avançadas.

Reuters/Lucy Nicholson

“Não importa quem vai liderar a economia mundial, a economia verde vai comandar a criação de empregos altamente qualificados e com altas remunerações para as pessoas”, disse a administração na apresentação do orçamento.

O orçamento também disponibilizará U$853 milhões para auxiliar novas tecnologias em energia nuclear, como pequenos reatores modulares.

A Casa Branca solicitou U$36 bilhões em garantias de empréstimo para auxiliar no financiamento da construção de usinas nucleares, como tinha feito no último ano. O programa de empréstimo já tem U$18 bilhões em autorizações.

Para ajudar a pagar as iniciativas para energia limpa, a Casa Branca está pedindo ao Congresso para revogar U$3,6 bilhões em subsídios para petróleo, gás natural e carvão, uma proposta que totalizaria U$46,2 bilhões em uma década. Além disso, o orçamento para 2012 reduz os fundos para pesquisas em petróleo e gás e para programas de combustível de hidrogênio.

Porém, muito republicanos se opõem ao corte de subsídios para os combustíveis fósseis, dizendo que isso prejudicaria indústrias que geram empregos enquanto a economia ainda está abalada.

“Dadas as grandes diferenças de prioridade entre os republicanos da Câmara e a Casa Branca nas questões energéticas, acreditamos que poucos dos cortes e aumentos propostos se tornarão leis”, disse Whitney Stanco, analista de políticas energéticas da MF Global.

Os republicanos, que agora têm o controle da Câmara dos Representantes, propuseram o corte dos fundos do programa da Agência de Proteção Ambiental (EPA, em inglês) para a regulamentação de gases do Efeito Estufa, dizendo que o Congresso é que deveria decidir se quer lutar contra as mudanças climáticas, e não a administração.

Os republicanos podem tentar forçar uma paralisação do governo se a administração Obama não concordar na diminuição das despesas. Mas analistas dizem que um adiamento na regulamentação climática da EPA pelo Congresso é mais provável do que uma paralisação do governo por causa de uma regulamentação ambiental.

O orçamento de Obama cortará U$1,3 bilhões ou 13% dos fundos da EPA para 2012, com reduções no programa de diesel limpo e nos projetos de conservação dos Grandes Lagos.

Stanco afirmou que o mais provável é que os fundos do orçamento para veículos elétricos estimulem a criação de uma lei nesse setor, à medida que esses fundos forem se aproximando aos valores do orçamento para veículos movidos a gás natural. O orçamento para 2012 propõe U$588 milhões para tecnologias automobilísticas, um aumento de 88% em relação aos níveis atuais.

O orçamento dobrará o número de centros de inovações energéticas para seis para fazer cientistas trabalharem em questões como raros elementos químicos, armazenamento de energia e baterias e desenvolvimento de tecnologias inteligentes projetadas para tornar a transmissão de eletricidade mais eficiente.

Fonte: Reuters Autor: Timothy Gardner
Retirado de: Instituto CarbonoBrasil Traduzido por Jéssica Lipinski

Leia na íntegra (inglês)

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Projeto transforma ponte em gerador de energia limpa

postado por Gabriel| fevereiro 9th, 2011 |Comentários 0 comentários

Os designers italianos Francesco Colarossi, Giovanna Saracino e Luisa Saracino criaram um projeto que pretende transformar uma ponte comum em um gerador capaz de produzir mais de 40 milhões de kW/h de eletricidade por ano utilizando apenas a energia do vento e do sol.

Batizado de Solar Wind, o projeto quer aproveitar o espaço inutilizado de um viaduto existente no sul da Itália para instalar 26 turbinas eólicas que poderão gerar 36 milhões de kW/h de energia anualmente.

Ao longo dos 22 quilômetros de pista serão instalados painéis solares que captarão a energia do sol e a transformarão em 11.200 kW/h de eletricidade. Ao todo, a energia gerada pela ponte poderia abastecer cerca de 15 mil casas, dizem os designers.

As demais áreas do viaduto seriam transformadas em um parque, onde os motoristas poderiam fazer uma pausa para descansar, fazer um lanche com alimentos orgânicos produzidos e vendidos em quiosques no local e apreciar a vista da costa italiana.

O projeto foi idealizado para um concurso feito pelo governo da região da Calábria, que buscava as melhores ideias para substituir algumas pontes velhas e não utilizadas existentes no local de forma mais sustentável.

Como a demolição de cada uma das pontes custaria cerca de US$ 55 milhões, os órgãos públicos responsáveis decidiram buscar alternativas mais ecológicas. O Solar Wind ficou em segundo lugar e ganhou um prêmio de € 7.500.

Fonte: Mercado Ético

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Novas necessidades levam ao desenvolvimento de novas energias

postado por Gabriel| janeiro 17th, 2011 |Comentários 0 comentários

A preocupação com o meio ambiente deverá acelerar o emprego de gerações alternativas e renováveis, como a energia solar. Nesse cenário, surgem tecnologias como veículos elétricos e o ônibus movido a hidrogênio

Módulos fotovoltaicos, usados na energia solar, ganham cada vez mais espaço. Fonte: INSTITUTO GAIA VILLAGE/DIVULGAÇÃO/JC

A perspectiva da escassez do petróleo e da possibilidade de grandes aproveitamentos hidrelétricos no futuro já faz com que os pesquisadores e as empresas planejem opções de geração de energia para as décadas seguintes. O presidente do conselho da Fundação para o Desenvolvimento Tecnológico da Engenharia (FDTE), Hélio Guerra, destaca que são muitos os interesses envolvidos na criação de novas formas de produção de energia alternativas às fontes hidráulica e fósseis.

Genericamente, o dirigente aponta com perspectivas de crescimento nessa área fontes como a biomassa, o etanol (em um período menor) e o hidrogênio (em longo prazo). No entanto, ele argumenta que, nos próximos anos, as gerações tradicionais continuarão dominando a matriz energética mundial. A ressalva feita por Guerra é que o apelo da questão ecológica, levando em consideração temas como o aquecimento global, pode acelerar o emprego de gerações alternativas e renováveis, como a solar. Ele cita como outro exemplo desse cenário o fortalecimento do mercado de veículos elétricos. “É um produto que, com o passar do tempo, diminuirá de preço e melhorará a qualidade”, comenta Guerra.

Outro caminho salientado pelo presidente do Conselho da FDTE no setor de transportes é o uso do hidrogênio. “Mas é uma ação que ainda está em uma etapa inicial”, diz o especialista. Em 2009, foi lançado o primeiro ônibus brasileiro a hidrogênio. O protótipo do veículo foi fabricado para a Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU/SP), em Caxias do Sul. O projeto teve direção do ministério das Minas e Energia e contou com recursos do Global Environment Facility (GEF), aplicados por meio do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e do governo de São Paulo. Participam do consórcio internacional para desenvolvimento da iniciativa as companhias AES Eletropaulo, Ballard Power Systems, Epri, Hydrogenics, Marcopolo, Nucellsys, Petrobras Distribuidora e Tuttotrasporti.

O ônibus tem emissão zero de poluentes, liberando para a atmosfera apenas vapor d’água. A proposta envolve a aquisição, operação e manutenção de até cinco veículos com célula a combustível hidrogênio, mais a estação de produção de hidrogênio por eletrólise e abastecimento dos ônibus, além do acompanhamento e verificação do desempenho desses veículos.

O ônibus brasileiro é pioneiro ao utilizar um sistema híbrido, que combina a célula a combustível a hidrogênio e baterias. Essa estratégia permite aumentar a economia de combustível e racionalização da energia gerada. Isso porque é aproveitada a possibilidade de abastecer as baterias com a carga energética gerada pela célula durante os períodos em que o veículo está parado (para embarque/desembarque ou em semáforos, por exemplo).

Eletricidade a partir do lodo é opção para áreas portuárias

Uma pesquisa desenvolvida no município de Rio Grande tem como meta produzir dois benefícios na região: gerar energia e dar uma destinação adequada aos resíduos resultantes das dragagens realizadas no porto gaúcho. Até o final deste primeiro semestre, a perspectiva é da instalação de uma planta-piloto de uma Unidade de Tratamento de Sedimentos de Dragagem no porto rio-grandino, para aprofundar os estudos sobre o tema.

O projeto Bioconversão dos sedimentos de dragagem do porto de Rio Grande em energia elétrica foi aprovado em primeiro lugar no Termo de Referência TR01/2010, do Projeto Estruturante Polo Tecnológico Estadual da Secretaria da Ciência e Tecnologia. O governo do Estado financiará a iniciativa com R$ 300 mil em recursos, com contrapartida de R$ 60 mil do porto do Rio Grande, além do custo estimado em R$ 300 mil pela Universidade Federal do Rio Grande (Furg) com o trabalho dos pesquisadores.

O professor do Laboratório de Controle de Poluição da Escola de Química e Alimentos (EQA) da Furg Fabrício Santana lembra que a possibilidade do aproveitamento dos sedimentos para a geração de energia surgiu na metade do ano de 2009. Nessa época, ele e a professora Cristiane Saraiva Ogrodowski visitaram uma embarcação que fazia a dragagem do porto e foi identificado no sedimento retirado um cheiro forte de enxofre.

No fundo do mar, nos sedimentos, existem vários compostos à base de enxofre, relata o pesquisador. E quando uma bactéria se alimenta de algum desses compostos, o produto desse metabolismo são sulfetos, que têm um odor bem característico. Normalmente, esse micro-organismo que faz a conversão dos materiais em sulfetos tem uma capacidade para gerar eletricidade. O nome popular da bactéria, apelidado por algumas revistas internacionais, é micróbio elétrico. Quando foi identificada a presença do agente no sedimento, foi discutida a possibilidade da aplicação de tecnologia de geração biológica de eletricidade para o sedimento de dragagem.

O processo realizado em Rio Grande consegue gerar uma eletricidade com uma voltagem nominal de 0,2 volts que pode ser utilizada para carregar baterias e outros equipamentos ou ser convertida em uma voltagem maior. Utilizando todo o sedimento de dragagem de manutenção do calado do porto rio-grandino (6,5 milhões de metros cúbicos a cada cinco anos) estima-se que seria possível gerar uma potência de até 580 MW (cerca de 15% da demanda média de energia do Rio Grande do Sul).

Santana enfatiza que hoje é inviável aproveitar os sedimentos de dragagem para outras finalidades, devido à presença da matéria orgânica. Com esse processo de geração bioelétrica, o resíduo é “limpo” e pode também ser aproveitado no segmento da construção civil.

O professor comenta que a geração biológica de eletricidade, através de bactérias, começou a ser estudada a partir da década de 1960, porém foi nos últimos anos que os estudos intensificaram-se. O pesquisador acredita que entre 15 e 20 anos será possível implementar comercialmente plantas de geração elétrica, via processo biológico. O mercado dessa tecnologia, sugere Santana, é a substituição das estações de tratamento de efluentes.

Avançam pesquisas sobre fonte solar no Estado

Moehlecke diz que agora o objetivo é prospectar investidores. Fonte: MARCELO G. RIBEIRO/JC

Uma das novas fontes de energia que se encontra em desenvolvimento acelerado e deve se tornar uma realidade difundida em pouco tempo é a solar. Adriano Moehlecke, que com Izete Zanesco coordena o Núcleo Tecnológico de Energia Solar da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (Pucrs) (NT-Solar), lembra que em 2009 a planta-piloto instalada no Tecnopuc (parque tecnológico da Pucrs) produziu 12 mil células solares e 200 módulos fotovoltaicos. O próximo passo agora é realizar o planejamento para a implantação de uma unidade de fabricação com escala industrial.

Conforme Moehlecke, a estratégia deverá estar desenhada até março e, a partir desse ponto, serão prospectados possíveis investidores para o empreendimento. No momento, apoiam a construção do plano de negócios a Finep, a Eletrosul e o Grupo CEEE. Além disso, a expectativa do professor é de que até 2012 o NT-Solar alcance novos resultados e métodos de fabricação de módulos fotovoltaicos. “Essa é uma área que tem que avançar sempre na redução de custos e melhorias para transformar o processo de laboratório em produto industrializado”, defende o coordenador.

O pesquisador indica que a energia solar pode ser bem aproveitada no segmento residencial. Através da instalação de módulos fotovoltaicos nos telhados das casas, é possível gerar energia para atender às necessidades das unidades habitacionais. Ele relata que cálculos de pesquisadores da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) preveem que para 2013 o valor do kWh produzido por módulos fotovoltaicos será similar ao do kWh residencial em vários estados brasileiros.

Moehlecke acrescenta que a fonte pode ter o seu aprimoramento em maior velocidade no Brasil se contar com o apoio do governo, algo que ocorreu com a energia eólica e os biocombustíveis no passado. No final do mês de dezembro, o Ministério de Minas e Energia e o Ministério da Ciência e Tecnologia assinaram um acordo de cooperação técnica para o desenvolvimento científico e tecnológico do aproveitamento de energia solar. O documento prevê a elaboração de projetos-piloto, de pesquisa e demonstrativos, capacitação técnica e de acordos nacionais e internacionais. O intuito é promover estudos, debates e outras atividades.

Apesar dessa sinalização de interesse governamental, Moehlecke revela algumas apreensões. “A preocupação, que às vezes eu tenho, é se o pré-sal não será o sepulcro da energia solar no País”, comenta.

Itaipu estuda combustíveis alternativos para veículos pesados

Protótipo quer motivar adoção de veículos ambientalmente corretos. Fonte: ALEXANDRE MARCHETTI/ITAIPUBINACIONAL/DIVULGAÇÃO/JC

Depois do aprimoramento dos automóveis elétricos de passeio, um dos focos dos pesquisadores dessa área é a realização de veículos coletivos e de transporte de cargas. No mês de dezembro, durante a 40ª Cúpula de Presidentes do Mercosul e Estados Associados – Cúpula Ñandeva, que aconteceu em Foz do Iguaçu, foi apresentado o primeiro ônibus elétrico híbrido com motor a combustão movido a etanol do mundo. O protótipo foi feito para demonstrar a viabilidade de os veículos elétricos serem aproveitados no segmento de transporte de passageiros.

O modelo possibilita conciliar a eficiência do motor elétrico com os benefícios ambientais do etanol. A ação visa a motivar o desenvolvimento de veículos ambientalmente corretos para utilização na Copa do Mundo de 2014 e nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro em 2016. O desempenho energético do veículo foi otimizado pelas baterias de cloreto de sódio que possibilitam o recarregamento por meio de tomadas convencionais de 220 V. O recarregamento das cinco baterias é feito em um tempo máximo de oito horas e, quando carregadas, fornecem tensão de 600 V e corrente de 32 Ampère-hora, tendo como resultado uma capacidade de armazenamento energético de 100 kWh. A autonomia calculada é cerca de 300 quilômetros, considerando a operação em percurso típico de corredor.

Apesar do projeto desenvolvido por Itaipu, ainda há uma dificuldade a ser superada para que mais veículos elétricos circulem nas ruas: o preço. O coordenador-geral brasileiro do projeto de veículo elétrico por Itaipu Binacional, Celso Novais, destaca o alto custo dos componentes desses produtos. “Por isso, a importância de elaborar tecnologia nacional para realizar esses veículos e abrir mercado”, defende Novais. Segundo ele, um dos pontos mais críticos na fabricação de um veículo elétrico são as baterias. “Quando se parte para um transporte de massa, mais baterias são necessárias e os valores aumentam”, explica o especialista.

Biogás é adotado como solução de problema ambiental

A produção de biogás, através da decomposição de matéria-orgânica, começa a ser difundida como uma resposta para o impacto ambiental que dejetos de suínos, aves, gado e outros animais causam. Uma das empresas que incentivam essa prática no País é a Itaipu Binacional. O superintendente de Energias Renováveis da companhia, Cícero Bley, explica que a empresa percebeu uma grande mudança nas águas da bacia hidrográfica que alimentam o reservatório da hidrelétrica: uma alteração biológica, chamada de eutrofização, resultado de uma proliferação excessiva de várias espécies de algas.

Essas algas alimentam-se de nutrientes orgânicos, que vêm pelas calhas dos rios, provenientes de dejetos da suinocultura, ovinocultura, avicultura, entre outras fontes. “E as carcaças das algas acumulam-se no fundo dos rios e começa um processo de geração de emissão de gases que provocam o efeito estufa”, diz Bley.

São cerca de 1,5 mil granjas no entorno do reservatório de Itaipu. O dirigente revela que esse cenário fez com que a companhia buscasse uma solução para esses dejetos. A alternativa adotada foi a geração de biogás, que está sendo aplicado em motores para a geração de energia elétrica.

O produtor local usa a energia para suas necessidades e o excedente é vendido para a Companhia Paranaense de Energia (Copel), que disponibiliza na rede elétrica. Pela Resolução Normativa Aneel 390/2009, qualquer distribuidora de energia elétrica pode fazer chamadas públicas para comprar eletricidade produzida por biodigestores. Bley diz que a experiência desenvolvida no Paraná pode ser replicada no País e acrescenta que a atividade pode se candidatar ao mercado de créditos de carbono.

Fonte: Jornal do Comércio, 17/01/2011. Por Jefferson Klein.

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10 modelos de mochilas e bolsas solares

postado por Eduardo Baltar| janeiro 5th, 2011 |Comentários 0 comentários

Um dos maiores problemas em um acampamento é a falta de energia elétrica e a falta de tomadas para que as baterias de máquinas fotográficas, celulares dentre outros dispositivos possam ser carregados.

Visando este problema o mercado parece estar inovando seus produtos e está desenvolvendo objetos que oferecem mais de uma possibilidade de uso; além do seu uso comum agora qualquer objeto pode ser ‘convertido’ em um transformador de energia limpa como no caso destas mochilas que podem ser usadas em qualquer ocasião.

A tecnologia é conhecida como células fotovoltaicas flexíveis que converte a energia luminosa em energia elétrica, eliminando a necessidade de geradores. Para aqueles que muitas vezes viajam ou frequentam lugares onde a energia elétrica nao está presente, os projetistas estão criando sacolas que funcionam como carregadores de energias renováveis.

Os avanços tecnológicos na área da energia fotovoltaicas têm possibilitado a construção de materiais leves e portáteis; um bom exemplo disto está na variedade de modelos dispostos na galeria que podem ser usados como carregadores, em qualquer lugar onde haja luz solar abundante.

Para quem gosta de tecnologia e se preocupa com a natureza agora tem a opção de comprar uma mochila ecologicamente correta.

O Sakku’s Buddy Solar Bag foi trabalhado nas cores do arco-íris e foi feito inteiramente de materiais reciclados. Para melhorar suas credenciais ecológicas, esta bolsa inclui um painel de 2.5W solar. A mochila foi disponibilizada em duas variantes – a “direta”, que carrega dispositivos portáteis diretamente do painel solar flexível e “akku”, que vem com uma bateria recarregável integrada e armazena a energia solar de forma contínua.

O modelo Infinit Solar Bag dispõe de uma bateria de 2000mAh e um painel solar de 2.4W, esta mochila sustentável da Infinit é capaz de carregar com luz natural e vem com nove adaptadores diferentes para suas necessidades, conectores para celulares e conectores mini-USB para dispositivos GPS etc.

O modelo Neuber’s Energy Sun-Bags pesa apenas 500g e inclui um painel solar de 1.4W da Konarka Technologies. A bolsa pode carregar quase todos os dispositivos que precisam de cerca de 5V, incluindo celulares, MP3 players e câmeras.

O Eclipse Solar Gear Bag é ideal para qualquer entusiasta da fotografia. A mochila tem um módulo solar de carregamento flexível que pode ser conectado usando o adaptador 12V auto existente, e a espuma ajustável personalizável protege os itens. Gerenciando uma saída de 1,5 W esta mochila pode carregar telefones e leitores de MP3 também.

O Solestrom Solar Bag da marca popular, Solestrom, usa um painel solar resistente a água com uma potência de 1.5W. O painel solar carrega uma bateria Ni-MH de 3.6V/1200mAh e vem com seis adaptadores padrões para telefones celulares comuns e USB para iPod e outros dispositivos USB.

O Voltaic Systems’ Solar Bag usa um único painel solar para produzir 14.7W de energia elétrica renovável.

A mochila O-Range Portable Backpack tem painel solar ideal para dispositivos como celulares, MP3/MP4 players, câmeras digitais, PDAs, leitores de DVD e GPS.

A SunnyBag tem painéis solares integrados com uma potência de 3W. Possui uma bateria Li-ion de 1600mAh e inclui conectores para mais de 400 telefones diferentes, incluindo o iPhone.

A bolsa Solarri inclui um painel solar de 12W que recarrega a bateria 13.200 mAh; inclui carregadores compatíveis para uma ampla variedade de celulares, PMPs e computadores portáteis.

A HSI Equipment Bags pode gerar energia para eletrônicos como telefones, e-books, câmeras e sistemas de iluminação LED portáteis.

Fonte: Ciclo Vivo

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