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Siemens confirma venda de 63 turbinas para eólicas da Tractebel Energia.

postado por Alice| julho 19th, 2011 |Comentários 0 comentários

Equipamentos serão instalados em quatro parques no Ceará e um no Piauí. Início da operação está marcada para 2012

A Siemens confirmou contrato para fornecimento de 63 turbinas para os cinco parques eólicos que serão construídos pela Tractebel Energia no Nordeste do país. No ceará serão quatro parques – Mundaú (30 MW), Fleixeiras I (30 MW), Trairi (25,4 MW) e Guajirú (30 MW) e no Piauí será construído o parque Porto das Barcas (30 MW). Os empreendimentos entram em operação a partir de 2012 e a comercialização da energia se dará no ambiente de contratação livre, segundo informação divulgada nesta segunda-feira, 18 de julho.
De acordo com a Siemens, nos últimos seis meses, o volume de contratos de turbinas eólicas alcançou o equivalente a 310 MW que serão instalados no país entre 2012 e 2013.
As usinas poderão pleitear créditos de carbono.
O projeto de créditos de carbono desse empreendimento será assessorado pela Enerbio.
Fonte: Agência CanalEnergia, Negócios e Empresas
18/07/2011

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Enerbio realizará projetos de crédito de carbono para eólicas da Tractebel

postado por Gabriel| maio 20th, 2011 |Comentários 0 comentários

Até dezembro do próximo ano, a Tractebel Energia passa a contar com a energia renovável de cinco parques eólicos – um no Piauí e quatro no Ceará – totalizando 145,6 MW de capacidade instalada e investimento de R$ 630 milhões. Na primeira etapa da obra estão sendo realizados o projeto executivo e a fabricação de equipamentos, ficando a Siemens responsável pelo fornecimento e a montagem das torres e aerogeradores – unidades modelo SWT 2.3-101, de 2,3 MW cada. Já as obras dos parques iniciam até o final deste ano.

Já a Enerbio Consultoria ficará responsável pelo desenvolvimento dos projetos de créditos de carbono para as cinco eólicas, gerando uma receita para a Tractebel proveniente da redução de emissões de gases do efeito estufa que os parques eólicos irão gerar por se tratar de uma fonte de energia limpa. Através do MDL (Mecanismo de Desenvolvimento Limpo), a Tractebel poderá comercializar os créditos gerados pelos empreendimentos para países que possuem metas de redução de emissões de gases do efeito estufa de acordo com o estipulado pelo Tratado de Kyoto.

Com informações de Setorial News

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Enerbio é destaque na mídia

postado por Gabriel| abril 18th, 2011 |Comentários 0 comentários

A Enerbio foi citada em duas matérias de revistas distintas, a Amanhã e a Conexão Varejo. Em ambas as reportagens o diretor da empresa, Eduardo Baltar, foi consultado para dar seu parecer sobre os temas.

Na edição de março da revista Amanhã o tema abordado é “a pegada carbônica” e Baltar analisou as tendências das empresas para o controle das emissões dos gases do efeito estufa. “Muitas empresas estão criando verdadeiros departamentos de mudanças climáticas” diz Baltar. “Afinal, é bom lembrar que o envolvimento das organizações não pode ficar restrito aos altos escalões. As práticas têm de chegar até o chão da fábrica” alerta.

Baltar, na mesma matéria, também deu sua opinião sobre a falta de conhecimento das empresas sobre o GHG Protocol, considerado o programa padrão internacional para contabilidade e comunicação organizacional de gases do efeito estufa. “Penso que a falha é dupla aí, tanto do programa, que é o mais importante do país, quanto das empresas, que estão alheias ao assunto” opina.

Já a reportagem da revista Conexão Varejo, do mês de abril, é a respeito de lojas sustentáveis, citando a loja verde da C&A como exemplo. Baltar comentou sobre o que as empresas do setor podem fazer nesse sentido. “É importante repensar processos, visando a minimização de impactos, além de compensações voluntárias. É também, neste caso, necessário olhar para fora. Como a cadeia de fornecedores e distribuidores gerenciam seus impactos? Estes são relevantes para minha rede? Para o varejo, tenho certeza que são. É preciso dar o exemplo, e exigir ações da cadeia”, analisa.

Para finalizar, Baltar avaliou como positivo a proposta da C&A e que deve ser seguida. Ainda comentou como pode ser trabalhada toda sua cadeia nesse sentido, dos fornecedores até o cliente. “Acredito que é importante trabalhar o conceito com fornecedores, exigir informações e ações e prestar contas ao cliente”, diz.

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OPORTUNIDADE DE ESTÁGIO

postado por Gabriel| março 14th, 2011 |Comentários 0 comentários

O Grupo Enerbio, sediado em Porto Alegre, especialista em sustentabilidade e mercado de carbono, busca estagiário (a) com o seguinte perfil:

• A partir do 6º semestre dos cursos de Administração e Economia;
• Nível Intermediário de Inglês (O candidato deve ser capaz de ler, escrever e se comunicar em um nível razoável);
• Nível Avançado no uso dos aplicativos Word e Excel;
• Experiência e conhecimento em elaboração de fluxo de caixa e análise investimentos de projetos;
• Conhecimento dos métodos de taxa interna de retorno (TIR), valor presente líquido (VPL) e custo médio ponderado de capital (WACC);
• Interesse no tema Finanças Ambientais e Sustentáveis;
• Pró-Atividade e Responsabilidade.

OBJETIVO DO ESTÁGIO

• Desenvolver Habilidades necessárias à Prestação de Serviços de Consultoria, visando uma posterior contratação;
• Desenvolver análise de investimentos de projetos de créditos de carbono;
• Participar da criação de novo serviço relacionado à finanças sustentáveis a ser oferecido pela empresa;
• Participar do desenvolvimento de inventário de emissões de gases do efeito estufa;
• Participar da negociação de créditos de carbono no mercado internacional.

PERÍODO DO ESTÁGIO

O Estágio tem o objetivo de capacitar o estudante em 1 (um) ano, visando à contratação para o quadro de funcionários da empresa.

PROCESSO SELETIVO

O Processo seletivo será composto por 3 (três) etapas:
• Triagem de Currículos;
• Entrevistas Individuais;
• Testes Práticos.

BOLSA AUXÍLIO

O Valor da Bolsa-Auxílio será revelado durante o Processo Seletivo.

CONTATO

Envie seu currículo para agendarmos a sua entrevista!
jhulie@enerbio-rs.com.br
www.grupoenerbio.com.br
(51)3392-1500

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Empresas buscam formas de reduzir o impacto ambiental

postado por Gabriel| março 10th, 2011 |Comentários 0 comentários

Klein ressalta que o biocombustível é capaz de reduzir em até 57% o volume de emissões

A preocupação com o meio ambiente, que praticamente é imposta pela sociedade às grandes companhias, faz com que as empresas de transporte de cargas estudem opções para amenizar os reflexos que suas atividades causam. Essa é uma questão sensível para os agentes do setor logístico, muito vinculado ao modal rodoviário e à utilização de óleo diesel. O inventário nacional de emissões veiculares, realizado pelo governo federal, mostra que do total de emissões de CO2 do segmento de transporte rodoviário em 2009, 53% vieram da queima de óleo diesel, 2% do biodiesel, 26% da gasolina, 17% do etanol e 2% do gás natural veicular (GNV).

Ao projetar para 2020, essa participação relativa poderá se alterar, por exemplo, pela desaceleração das emissões associadas à gasolina, explicada pela rápida ascensão da frota de veículos flex fuel e pelo mercado favorável ao etanol em anos recentes. Desse modo, a previsão para as emissões de CO2 para 2020 poderão estar assim distribuídas: 49% da queima de diesel, 21% da gasolina, 3% do GNV, 24% do etanol e 3% do biodiesel. Consideradas apenas as emissões de CO2 oriundas dos combustíveis fósseis, em 2020 serão aproximadamente 196 milhões de toneladas, das quais 131 milhões de toneladas associadas ao diesel, 56 milhões à gasolina e 9 milhões ao GNV.

Ciente desses impactos, uma das medidas do governo foi estipular, no ano passado, em 5% a adição de biodiesel ao diesel utilizado no Brasil. A mistura divide opiniões. Um dos defensores do biodiesel e do aumento do seu percentual no óleo é o presidente-executivo da União Brasileira do Biodiesel (Ubrabio), Odacir Klein. Ele afirma que o biocombustível é capaz de reduzir em até 57% as emissões de CO2, segundo atesta a Environmental Protection Agency, a agência ambiental dos Estados Unidos. Se nas metrópoles brasileiras fosse ampliada a mistura em 20%, a diminuição seria de 20% na emissão de hidrocarbonetos e mais de 10% em materiais particulados e CO2.

Klein destaca que existe um marco regulatório que impede a ampliação do setor de biodiesel. “O primeiro passo é mudar isso”, defende. Essa questão será discutida entre a Ubrabio e o governo federal. O objetivo é aumentar a mistura do biocombustível gradativamente, mas os empreendedores da área falam em um patamar de 7% ainda este ano. Hoje, as plantas em operação trabalham abaixo da capacidade instalada, que é de aproximadamente 5,6 bilhões de litros, para um consumo este ano em torno de 2,5 bilhões de litros.

O vereador de Porto Alegre Carlos Todeschini (PT) é autor do projeto para aumentar de 5% (B5) para 15% (B15) a mistura de biodiesel na frota de ônibus da Capital gaúcha. A matéria encontra-se na Câmara municipal para apreciação de vetos do prefeito José Fortunati a dois artigos. A meta é aumentar dois pontos percentuais por ano. Segundo Todeschini, a medida fortalecerá a cadeia produtiva do biodiesel, que gera milhares de empregos no campo, e também diminui a corrosão causada nas edificações urbanas com a circulação dos ônibus.

O vereador recorda que o primeiro motor a diesel, criado há mais de cem anos por Rudolf Diesel, foi movido a óleo de amendoim. “Então, estamos resgatando uma ideia original com o biodiesel que é uma boa alternativa para a economia e para o meio ambiente”. Apesar desses argumentos, o Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis e Lubrificantes do Rio Grande do Sul (Sulpetro) opõe-se à proposta. “Para o consumidor, esse projeto de lei só traz prejuízo, o biodiesel com 5% já é responsável pela formação de borra nos veículos e pela oxidação”, manifesta o presidente do Sulpetro, Adão Oliveira. Ele adverte que cada vez que adicionar mais biodiesel ao diesel, o valor do combustível aumentará, refletindo no custo da tarifa do transporte público.

Setcergs discorda do aumento de biodiesel no óleo

O presidente do Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas e Logística no Estado do Rio Grande do Sul (Setcergs), José Carlos Silvano, é contra o aumento da mistura de biodiesel ao óleo. Ele afirma que os motores dos caminhões não estão preparados para trabalhar com a adição de biocombustível de origem vegetal ou animal. “O biodiesel causa entupimento de bicos injetores, reduz a vida útil dos componentes dos motores e provoca gasto excessivo de combustível”, diz Silvano. “Se para o País o uso do biocombustível é estratégico, diminuindo as importações de petróleo e incentivando a agricultura, para o setor que consome é ruim, pois paga uma conta mais cara”, acrescenta. De acordo com ele, a mistura de biodiesel implica redução de 10% a 20% de rendimento do motor.

O diretor-executivo da União Brasileira do Biodiesel (Ubrabio), Sérgio Beltrão, discorda do representante do Setcergs e sustenta que a mistura atual de biodiesel (quando o líquido estiver dentro de suas especificações corretas) não apresenta problemas para a frota. Além disso, ele garante que o biocombustível tem um rendimento semelhante ao do similar fóssil e, somada a uma menor emissão de gases que provocam o efeito estufa, também contribui ambientalmente durante a realização da fotossíntese da planta que lhe deu origem.
Silvano defende que, em vez do biodiesel, pode ser usado um óleo diesel convencional, porém menos poluente. “O nosso diesel tem uma das piores qualidades do mundo”, lamenta o presidente do Setcergs. No momento, alguns caminhões chegam a rodar com um combustível com até 1.800 ppm (partes por milhão) de enxofre. O dirigente ressalta que a Petrobras está alterando suas refinarias, entre elas a Refap, de Canoas, para fazer com que o diesel fique “mais limpo”. Outro ponto mencionado por ele é que a partir de 2012, por determinação do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), os motores terão que ser equipados com tecnologia de emissões reduzidas.

Silvano ainda cita o Programa Ambiental do Transporte – Despoluir, da Confederação Nacional do Transporte (CNT) que, entre outras ações, promove a aferição veicular para indicar as regulagens necessárias para diminuir a emissão de poluentes. Silvano informa que em Porto Alegre há duas unidades móveis que realizam esse trabalho.

O dirigente sindical ainda defende um programa de renovação de frotas. Ele enfatiza que transitam nas rodovias nacionais mais de 400 mil caminhões com mais de 30 anos de serviço. A maioria desses veículos pertence a autônomos. “Então não se pode, de uma hora para outra, mandar se desfazer do caminhão, é preciso uma política pública para tratar do assunto”, argumenta Silvano. Ele sugere que sejam concedidos incentivos fiscais e condições de financiamento adequadas para que se faça essa substituição da frota. O presidente do Setcergs calcula que a idade média da frota de autônomos, atualmente, seja de cerca de 18 anos e das transportadoras de nove anos. Para ele, o ideal de tempo de vida útil seria de até 15 anos.

Hidrovias ajudam a reduzir os gases do efeito estufa

Baltar demonstrou as oportunidades financeiras e de ganhos na imagem com o ingresso da Navegação Aliança no mercado de carbono

Com o interesse de aproveitar o apelo ambiental, as empresas transportadoras de cargas por hidrovias divulgam as vantagens das suas operações em relação ao modal rodoviário. A Navegação Aliança é um exemplo disso. A atividade da companhia proporcionou a redução de 53.456,59 toneladas de CO2 equivalente em relação ao que seria gerado pela movimentação de produtos por caminhões.

A empresa contratou a Enerbio Consultoria, especializada em projetos de créditos de carbono e sustentabilidade, para realizar esse levantamento. O diretor da Enerbio, Eduardo Baltar, salienta que o trabalho apontou oportunidades financeiras para a Navegação Aliança, com o ingresso no mercado de carbono, e possibilidades de ganhos na imagem da companhia.

O executivo lembra que recentemente a Organização das Nações Unidas (ONU) aprovou uma metodologia que fornece créditos de carbono para empresas que realizem investimentos visando à substituição do modal rodoviário pelo hidroviário, marítimo ou ferroviário.

No entanto, Baltar reitera que é preciso fazer um investimento na infraestrutura ou na ampliação e melhoria da capacidade do transporte. Por exemplo, se uma companhia investir em um terminal hidroviário que possibilite que determinada movimentação de grãos deixe de ser feita pelas rodovias e passe para as hidrovias, a troca pode gerar crédito de carbono. O benefício somente é concedido a iniciativas que contribuam para o meio ambiente e que não são viáveis economicamente sem esse apoio.

Baltar revela que a Navegação Aliança está analisando oportunidades tanto para o próprio grupo quanto para seus clientes. A companhia possui uma frota de 16 embarcações com capacidade estática de 51 mil toneladas de carga, que corresponde à capacidade de cerca de 2,5 mil caminhões. O diretor da Navegação Aliança, Jorge Lindemann, lembra que a retirada desses veículos da rodovia reduz o impacto ambiental e as possibilidades de acidentes. No ano passado, a empresa transportou cerca de 2,5 milhões de toneladas em cargas.

Lindemann enfatiza que não é somente na movimentação de produtos que as embarcações podem ser ecologicamente corretas. O Frederico Madörin, último navio inaugurado pela Navegação Aliança, utiliza internamente material reciclado, como placas de forração fabricadas com caixas de leite longa-vida e tecido de lona de caminhão. Para o diretor, com o passar do tempo, a hidrovia assumirá um papel de maior destaque por conta dessa questão ambiental.

Braskem começa a utilizar empilhadeiras elétricas para melhorar a qualidade do ar

Não é somente nas estradas que soluções ambientalmente corretas podem ser adotadas. O grupo petroquímico Braskem, desde o início de ano, passou a utilizar empilhadeiras elétricas híbridas, movidas à bateria elétrica, em sua logística interna. O coordenador de logística e expedição das plantas de polímeros da Braskem no Sul, Rogério Cruz, revela que a decisão de usar as máquinas foi motivada pela sintonia que a opção possui com o polietileno verde fabricado pela empresa. O plástico verde é um produto feito a partir do etanol da cana-de-açúcar, que durante o processo de crescimento, através da fotossíntese, absorve gás carbônico da atmosfera.

Atualmente, a companhia trabalha com sete empilhadeiras elétricas no Polo Petroquímico de Triunfo. Os equipamentos foram adquiridos, com investimento de R$ 735 mil, pela In-Haus, empresa responsável pelo transporte interno de resinas na Braskem. O preço de da empilhadeira elétrica é superior ao da convencional, mas Cruz diz que o custo da energia como combustível é inferior ao do gás liquefeito de petróleo (GLP) usado atualmente.

O objetivo da empresa é que as cerca de 60 empilhadeiras que operam com GLP na unidade gaúcha da Braskem sejam substituídas por máquinas elétricas até o final do ano. Conforme Cruz, essa troca impedirá que em torno de 100 toneladas de CO2 sejam lançadas na atmosfera por ano. A Braskem também pretende expandir esse projeto para as outras plantas industriais no País.

Petrobras investe em diesel com menos enxofre

Desde janeiro deste ano, o diesel S-50 (50 partes por milhão de enxofre) está sendo fornecido para a frota urbana de ônibus das capitais e regiões metropolitanas do País. Em 2013, deverá ser disponibilizado o S-10 (10 partes por milhão de enxofre), que corresponde ao padrão europeu de emissões (Euro 5). Para cumprir com essa meta, entre 2000 e 2009 a Petrobras investiu US$ 2,8 bilhões em unidades de hidrotratamento, tecnologia necessária para produzir o diesel S-50. Até 2013, a estatal terá investido mais US$ 6,6 bilhões em novas unidades para a produção do diesel S-50 e do S-10.
O professor de Engenharia Mecânica e Mecatrônica da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (Pucrs), João Carlos Pinheiro Beck, apoia a modernização das refinarias nacionais e a produção de um combustível de melhor qualidade. Ele recorda que o Brasil teve destaque na área dos biocombustíveis com o Pró-Álcool, porém se atrasou com o diesel. “Os países mais desenvolvidos já usam o diesel de melhor qualidade”, diz Beck, explicando que as características do petróleo brasileiro, mais pesado, também implicam refino mais específico. Ele enfatiza que um combustível que não seja tão agressivo ao ambiente absorve mais investimentos.

Uma das refinarias da Petrobras que está seguindo essa tendência é a Refap, de Canoas, que deve concluir em três anos a construção da nova Unidade de Hidrotratamento de Diesel (HDT II) com capacidade para tratar 6 mil m3 ao dia de diesel com baixo teor de enxofre (S-10), contribuindo para o atendimento à legislação ambiental e para a melhoria da qualidade do ar.

Além da Petrobras, outras grandes empresas brasileiras estudam alternativas de combustíveis mais sustentáveis. A TAM, Curcas e Brasil Ecodiesel formaram um grupo com o objetivo de analisar a viabilidade de um projeto integrado de produção sustentável de bioquerosene de aviação no Brasil. O grupo conta com a colaboração da Airbus, fabricante de aeronaves, e da Air BP (British Petroleum), unidade de distribuição de combustíveis para aviação da BP. A TAM realizou, em novembro, um voo experimental de uma aeronave Airbus A320 utilizando a mistura de 50% de bioquerosene na querosene convencional de aviação.

Fonte: Jornal do Comércio RS
Por Jefferson Klein

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Aliança foca geração de energia

postado por Gabriel| fevereiro 1st, 2011 |Comentários 0 comentários

Grupos trabalham com projetos relacionados à biomassa, eólica e PCHs

PAULO MARINHO
A aliança entre os grupos Di Cavalcanti & Associados – Consultoria Empresarial e a empresa Enerbio – Energia e Meio Ambiente pode agregar mais cinco projetos de inventário de gases de efeito estufa só neste ano. A expectativa positiva vem do próprio consultor de empresas e representante do grupo que há 18 anos leva seu nome, Ricardo Di Cavalcanti. De acordo com ele, já existem negociações em andamento com três empresas do setor de geração de energia. “A nossa aliança foi firmada no ano passado e nós ficamos responsáveis pela parte financeira e de comercialização da Enerbio na Região Nordeste e, principalmente, em Pernambuco”, ressaltou.

Na prática, a Enerbio fez a aproximação com a Di Cavalcanti porque queria prospectar clientes no Nordeste através do grupo de consultoria. Segundo o pernambucano Eduardo Baltar, que dirige a Enerbio em Porto Alegre, o foco é trabalhar em cima de projetos relacionados à biomassa, eólica e PCHs (Pequenas Centrais Hidrelétricas). “Pela nossa aliança, conseguimos fechar dois contratos. Primeiro, fechamos com a Baterias Moura ainda no primeiro semestre para desenvolver um projeto de emissões de gases de efeito estufa. No segundo semestre, quantificamos as emissões do gás e sugerimos algumas ações para reduzir o volume. Isso faz parte do programa de sustentabilidade da Mou­ra”, explicou. Além de haver retorno ambi­en­tal, há o ga­nho mercadológico. “Multina­cionais e com­panhias brasileiras grandes vão passar a exigir dos seus fornecedores esse tipo de estudo”, complementa Baltar.

O outro contrato obtido através da aliança com a Di Cavalcanti foi o de desenvolvimento de um projeto de crédito de carbono para a usina eólica Casa Nova, da Chesf (Companhia Hidroelétrica do São Francisco). O contrato foi assinado em dezembro de 2010. A nova obra acontecerá numa área localizada a 69 quilômetros da usina de Sobradinho, na Bahia. “Esperamos elaborar o projeto em três me­ses para que a ONU (Organização das Nações Unidas) possa fazer a avaliação sobre o documento”, disse Eduardo Baltar. Em mé­dia, a ONU demora um ano e seis meses para dar retorno so­bre um estudo desse porte.

Fonte: Folha de Pernambuco

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Crédito de carbono serve como incentivo

postado por Gabriel| fevereiro 1st, 2011 |Comentários 0 comentários

Crédito de carbono é um instrumento de incentivo a empresas de países em desenvolvimento. Apesar de causar polêmica pela forma como o benefício é concedido, o fato é que obras importantes para determinadas regiões têm sido viabilizadas por conta desse “certificado” liberado pela Organização das Nações Unidas (ONU), como esclarece Eduardo Baltar, o representante da Enerbio – Energia e Meio Ambiente. “O crédito de carbono é colocado pela ONU na conta da empresa que o solicita. Ele é disponibilizado para grupos com obras que comprovadamente têm redução na emissão de gás do efeito estufa”, afirma.

Para ter o crédito de carbono aprovado pela ONU, é preciso apresentar um estudo apontando os resultados na redução dos gases efeito estufa e passar pela análise de uma auditoria credenciada pela própria Organização das Nações Unidas. Depois, o documento é submetido a uma comissão brasileira presidida pelo Ministério da Ciência e Tecnologia para ter o aval do Governo Federal e obter o registro do órgão internacional. O procedimento leva um ano e seis meses para ser concluído.

“Um crédito de carbono corresponde a uma tonelada de gás carbônico que deixou de ser emitida em um país em desenvolvimento. Uma usina eólica que tem 60 megawatts de potência instalada vai gerar em média R$ 941 mil anuais só com venda de crédito de carbono”, enfatiza Baltar. Cabe a empresa que ganha os créditos vendê-los para uma outra empresa de um país desenvolvido que tem metas para redução de emissão de gás efeito estufa e não consegue atingi-las. É a partir dessa negociação que a primeira capta o dinheiro necessário para tocar a sua obra. “É um recurso importante para as nações em desenvolvimento da África, América Latina”, conclui.

Fonte: Folha de Pernambuco

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Navegação Aliança reduz aproximadamente 53 mil toneladas de carbono em 2010

postado por Gabriel| janeiro 26th, 2011 |Comentários 0 comentários

As atividades de transporte de carga da Navegação Aliança proporcionaram, em 2010, a redução de 53.456,59 toneladas de CO2e. Esse montante reduzido corresponde às emissões que seriam proporcionadas pelo transporte de cargas por caminhões, meio mais utilizado no Brasil.

O transporte por hidrovia emite menos quantidade de gases do efeito estufa em relação ao modal rodoviário. Diante desse fato, a ONU aprovou recentemente uma metodologia que fornece créditos de carbono para empresas que realizem investimentos visando à substituição do modal rodoviário pelo modal hidroviário.

A Navegação Aliança contratou a Enerbio Consultoria, empresa especializada em projetos de créditos de carbono e sustentabilidade, para realizar esse estudo. As reduções de emissões geradas pela empresa foram calculadas segundo a metodologia da ONU.

A Navegação Aliança, empresa do grupo gaúcho TREVISA, é um dos principais atores no setor de logística de transporte hidroviário do Rio Grande do Sul com liderança no transporte de granéis sólidos na Bacia do Sudeste. Conta com uma frota própria de 16 embarcações com capacidade estática de 51 mil toneladas de carga.

Comprometida com a sustentabilidade, a Navegação Aliança está mensurando as suas emissões de gases do efeito estufa e avaliando possibilidades no mercado de carbono.

Por Assessoria de Imprensa Navegação Aliança

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Projeto de MDL Paragominas foi registrado hoje na ONU

postado por Gabriel| janeiro 12th, 2011 |Comentários 0 comentários

O Projeto de MDL (Mecanismo de Desenvolvimento Limpo) da Usina Termelétrica (UTE) a resíduos de madeira Paragominas, situado no estado do Pará, foi aprovado nesta manhã pela ONU (Organização das Nações Unidas). Com isso, a termelétrica Paragominas poderá comercializar os créditos de carbono gerados pela sua redução de emissões de gases do efeito estufa.

O empreendimento pertence à empresa Uaná Energias Renováveis e além de gerar energia através de uma fonte limpa proporciona inúmeros benefícios sócio-ambientais à população local. Atualmente os resíduos de madeiras, que serão utilizados pela usina, são ou depositados a céu aberto nos pátios das indústrias madeireiras, ou despejados em terrenos baldios ou destinados às carvoarias e às caieiras, fornos rudimentares utilizados para a produção de carvão. Essa situação, além de gerar poluição, vem provocando doenças respiratórias e diversos problemas sociais, principalmente pelo contato de crianças com esses fornos rudimentares.

A Enerbio foi responsável por desenvolver o projeto de MDL e será também responsável pelo monitoramento dos créditos que serão gerados e por sua comercialização com empresas dos países desenvolvidos. Toda equipe do Grupo Enerbio está de parabéns e agradece à Uaná pela confiança que foi depositada ao longo do desenvolvimento do projeto.

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Chesf terá projeto de crédito de carbono

postado por Gabriel| janeiro 11th, 2011 |Comentários 0 comentários

O Consórcio Di Cavalcanti/Enerbio foi contratado pela Chesf para desenvolver projeto de crédito de carbono para a usina eólica Casa Nova. Será o maior parque eólico do Brasil, em termos de potência instalada, e será implantado em área próxima da Usina de Sobradinho (BA). A Di Cavalcanti é liderada pelo economista Ricardo Di Cavalcanti e é especializada na captação de recursos junto ao BNDES e BNB. A Enerbio, liderada pelo pernambucano Eduardo Baltar, tem sede em Porto Alegre e é especializada em sustentabilidade, projetos de créditos de carbono, inventários de emissões de gases do efeito estufa e projetos sustentáveis.

Fonte: Jornal do Comércio, PE.

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