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Sabesp chama fornecedores para medir impacto ambiental e emissão de gases

postado por Jhulie| maio 18th, 2011 |Comentários 0 comentários

A empresa de saneamento básico controlada pelo governo do estado de São Paulo, Sabesp, iniciou um processo para capacitar seus fornecedores para avaliar as emissões de gases do efeito estufa, a empresa informou em comunicado.

Sabesp convidou especialistas para falar com sua cadeia de fornecedores para capacitar-los a aderir ao Carbon Disclosure Project Supply Chain (CDP).

Segundo a assessoria de imprensa, a Sabesp é a primeira companhia de saneamento do país a participar do CDP e incluir incentivo a sua cadeia de suprimentos.

A avaliação dos impactos ambientais ao longo da cadeia de fornecedores é uma tendência observada em vários setores da economia do Brasil, desde o setor de varejo como Walmart a empresas de do setor construção como a Even.

Entre os objetivos do workshop é o de contribuir para ampliar a compreensão dos riscos das mudanças climáticas de uma parte significativa do negócio Sabesp (cadeia de fornecimento).

Agora, a Sabesp quer sensibilizar os fornecedores a tomar o mesmo caminho, Entre as vantagens, a metodologia abre espaço para a fixação de metas de redução da emissão, assim como serve para identificar novas oportunidades de negócios menos poluentes.

Fonte: Revista Sustentabilidade

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Metano Liberado nos Lixões Gera Energia Elétrica

postado por Jhulie| maio 12th, 2011 |Comentários 0 comentários

Na cidade de São Paulo, as usinas de metano implantadas nos aterros Bandeirantes e São João transformam o gás liberado pela decomposição do lixo em eletricidade, reduzindo em 20% as emissões de poluentes do município.

Transformar montes de lixo em algo produtivo, que diminui a quantidade de gases tóxicos lançados na atmosfera e ainda gera energia: essa é a ideia por trás das usinas de metano em funcionamento na cidade de São Paulo. Até 2007, cerca de 25% das emissões de gases de efeito estufa de São Paulo vinham dos aterros Bandeirantes (foto), ativo entre 1979 e 2006 e o maior da América Latina, e São João, que funcionou entre 1992 e 2007.

Hoje, o metano (gás 21 vezes mais nocivo que o CO2) liberado pelos lixões é usado para gerar energia elétrica. Um acordo feito com a prefeitura permitiu que os dois lixões fossem explorados para produzir energia. As empresas responsáveis por eles (Loga e EcoUrbis – que cuidam do Bandeirantes e do São João, respectivamente) fecharam uma parceira com a Biogás para que o metano captado seja queimado e transformado em eletricidade.

Os dois locais acumularam juntos 64 milhões de toneladas de lixo. O produto gerado por essa biomassa abastece 800 mil pessoas e reduz em 20% as emissões na cidade.

Fonte: Planeta Sustentável

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Estudo compara emissões de cidades

postado por Gabriel| fevereiro 7th, 2011 |Comentários 0 comentários

Para encontrar possibilidades de redução das emissões de gases do efeito estufa, um grupo de cientistas decidiu analisar as emissões de cem cidades em 33 países diferentes. O estudo Cities and Greenhouse Gas Emissions: Moving Forward (Cidades e Emissões de Gases do Efeito Estufa: Avançando, em tradução livre) foi publicado em janeiro e inclui quatro brasileiras: Goiânia, Porto Alegre, Rio de Janeiro e São Paulo.

Uma das justificativas para a iniciativa está no fato de que cerca de 80% das emissões de gases causadores do efeito estufa são relacionadas com a atividade das cidades. Ainda assim, Daniel Hoornweg, especialista do Banco Mundial e um dos autores da pesquisa, afirma que não é possível determinar um país ou região como grande vilão do planeta:

- Há muitas variáveis que precisam ser consideradas. O clima e a disponibilidade de fontes de energia, como a hidrelétrica, são algumas delas.

O exemplo da cidade de Denver, nos EUA, onde dois bairros com acesso diferente ao transporte público de qualidade levaram a dados extremos de emissão, reforça a importância do investimento em transporte de qualidade e baixa emissão.

Quando o assunto é o Brasil, Hoornweg é otimista. Para ele, as emissões do país podem ser consideradas baixas em relação a outras nações. Além do clima e da extensa possibilidade de acesso a fontes de energia, o pesquisador americano também destacou o investimento nacional em etanol como um exemplo quando o tema é a redução de emissões.

Observações da pesquisa

> As emissões per capita em Denver, nos Estados Unidos, são o dobro das emissões de quem vive em Nova York.

> Um bairro com alta densidade populacional, mas com alta qualidade de transporte público em Toronto, no Canadá, registra um percentual de 1,3 toneladas enquanto em um bairro afastado da mesma cidade o número sobe para 13.

> As emissões per capita em Londres são menores do que na Cidade do Cabo, na África do Sul.

> Em várias cidades europeias o número para as emissões é menos da metade do de muitas cidades na América do Norte.

Fonte: ZERO HORA

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