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Gasolina terá menos álcool

postado por Eduardo Baltar| agosto 30th, 2011 |Comentários 0 comentários

Visando equilibrar a oferta de álcool no país, o Governo determinou que a partir de outubro, o percentual de álcool na gasolina. esse percentual passará de 25% a 20%. A medida visa evitar desabastecimento do alcool no mercado nacional.

Além de ter a possibilidade de impactar preços dos combustíveis, essa ação impacta as emissões de CO2 no país.

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Enerbio fecha mais dois contratos em Agosto

postado por Eduardo Baltar| agosto 26th, 2011 |Comentários 0 comentários

A Enerbio fechou mais dois contratos de inventário de emissões em Agosto. A Stihl e a IECAM são os nossos novos parceiros.

Na Stihl, desenvolvermos o inventário de emissões de GEE. Já na IECAM, ONG que presta suporte à comunidade indígena, trabalharemos dentro de Projejto apoiado pela Petrobrás Ambiental por dois anos.

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Dois projetos de créditos de carbono da Enerbio são validados

postado por Eduardo Baltar| agosto 22nd, 2011 |Comentários 0 comentários

Dois projetos de MDL de energias renováveis desenvolvidos pela Enerbio foram validados no mês de agosto. Os projetos Complexo Carreiro II e o Projeto de MDL Santa Carolina foram validados pela Bureau Veritas Certification e estão sendo submetidos para a Comissão Ministerial de Mudança Global do Clima, ainda nesse mês.

Ambos projetos são formados por pequenas centrais hidroelétricas que geram energia limpa ao Sistema Interligado Nacional.

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China estuda limites regionais de emissões

postado por Eduardo Baltar| agosto 19th, 2011 |Comentários 0 comentários

 A China está pesquisando a implantação de um limite absoluto sobre as emissões de dióxido de carbono em uma série de regiões piloto, anunciou um oficial da Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reformas (NDRC, em inglês) na quinta-feira. “Estamos escolhendo determinadas regiões que têm as condições certas para implantar controles de emissões totais de carbono”, comentou Su, o diretor geral do gabinete de mudanças climáticas do NDRC.

Ele não comentou quais regiões fariam parte do esquema piloto, mas completou que espera os limites regionais seajm o primeiro passo no estabelecimento gradual de um esquema nacional de comércio de emissões. Pequim se comprometeu em reduzir a intensidade de carbono (quantidade de CO2 produzida por unidade de PIB) em 17% ao longo dos próximos cinco anos, usando mecanismos de mercado para alcançar as metas. “Na redução das emissões futuras, mais políticas dependerão de métodos de mercado”, comentou Su. Dezenas de propostas foram feitas, incluindo a transação de cotas de consumo de energia entre cidades e a imposição de limites absolutos sobre as emissões de CO2 de setores altamente consumidores de energia, como aço, geração de energia, e cimento. Su disse que a China também está comprometida em estabelecer mecanismos voluntários de comércio de carbono nos próximos cinco anos.

Porém, o país enfrenta muitas dificuldades devido a falta de infra-estrutura jurídica, padrões e sistemas de monitoramento, assim com especialistas para montar o mercado de emissões, enfatizou Su. “Há um tipo de mal entendido que o comércio de carbono requer apenas a implantação de uma bolsa para as transações, isto é um ponto de vista muito restrito”, disse ele. O país elaborou um plano de baixo carbono para os próximos cinco anos que deve incluir um limite nacional no consumo de energia de 4,1 bilhões de toneladas de carvão. Todavia, Pequim tem negado o estabelecimento de uma meta absoluta nacional sobre os gases do efeito estufa alegando que a prioridade como um país em desenvolvimento ainda é o crescimento econômico, e que os países industrializados devem carregar o peso maior em relação ao corte de emissões. Sob o Protocolo de Quioto, os países em desenvolvimento não são obrigados a fazer cortes absolutos em suas emissões, um principio conhecido como “responsabilidades comuns, porém diferenciadas”.

Fonte Reuters – Traduzido por Fernanda B. Muller, Instituto CarbonoBrasil

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21 projetos eólicos viabilizados no RS

postado por Eduardo Baltar| agosto 18th, 2011 |Comentários 0 comentários

O leilão de energia de ontem negociou 285,509 milhões de MWh, movimentando R$ 29,14 bilhões. 51 usinas venderam energia no leilão de ontem em todo o Brasil, totalizando 1.543 mil MW médios. Desse número, 44 são usinas eólicas, quatro térmicas a biomassa, duas térmicas a gás e o projeto de expansão de Jirau.

Dessas 21 usinas são no RS que constituem 402 MW a ser instalados no estado. Grande parte desse total será desenvolvido pela renobráx (empresa de um dos sócios da Pampa Eólica). Eles pretendem instalar um cluster eólico aqui no estado.

O preço de energia foi comparativamente a leilões anteriores muito baixo. Preço médio foi R$ 102,07/MWh.

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Estado do RS disputa dois leilões com 1,5 mil MW

postado por Jhulie| agosto 17th, 2011 |Comentários 0 comentários

Capacidade de empreendimentos gaúchos tem volume correspondente a 40% da atual demanda média estadual

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) realiza hoje e amanhã dois leilões de energia: os 02/2011 (A-3) e 03/2011 (Reserva), respectivamente. Os certames serão operacionalizados pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), em São Paulo. A Empresa de Pesquisa Energética (EPE) habilitou 321 empreendimentos a participar das disputas, o que significa capacidade instalada total prevista de 14.083 MW. Desse total, 1.501 MW são oriundos de projetos a serem construídos no Rio Grande do Sul.

Participarão das concorrências empreendimentos hidrelétricos, eólicos e de termelétricas a gás natural e biomassa (queima de material orgânico). Quanto aos projetos gaúchos, foram habilitados 57 eólicos, somando 1.456 MW, e duas Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs), com 45 MW. Esse volume de energia corresponde a aproximadamente 40% da demanda média do Estado.

O presidente do Conselho de Administração da Associação Brasileira de Geração de Energia Limpa (Abragel), Ricardo Pigatto, adianta que a expectativa é de que os leilões concretizem a venda de 4 mil a 5 mil MW de potência. Para o dirigente, as eólicas deverão ser o destaque, confirmando o maior montante negociado. No entanto, Pigatto teme que os baixos valores estipulados como tetos inviabilizem uma maior comercialização. Já sobre as PCHs, o receio ainda é maior. “Será uma surpresa se as PCHs conseguirem vender energia”, afirma.

Para o leilão 002/2011 (A-3), o preço inicial para os produtos Disponibilidade (fontes eólicas e termelétricas a biomassa ou a gás natural) e Quantidade (fontes hidrelétricas) será de R$ 139,00 por MWh. O preço de referência da hidrelétrica Jirau-Ampliação será de R$ 102,00/MWh. O preço de referência das PCHs será de R$ 139,00/MWh. Já o preço inicial da energia do leilão 003/2011 (Reserva) será de R$ 146,00/MWh.

Os empreendimentos que venderem energia nos leilões,  ofertando os menores preços, terão que iniciar as atividades até  meados de 2014. No caso do leilão  Reserva, a energia contratada só  será usada em situações de eventuais problemas de oferta para o sistema nacional.

O Rio Grande do Sul poderia disputar os leilões com o dobro da energia habilitada. Isso porque, em maio, havia sido cadastrado para participar da concorrência o projeto de 1.467 MW do grupo Bolognesi, que será construído no município de Rio Grande. A iniciativa prevê a implementação de uma termelétrica e de um terminal de Gás Natural Liquefeito, totalizando um investimento de cerca de R$ 2,2 bilhões.

Pigatto explica que a falta da licença ambiental de instalação e a indeterminação do local onde será instalado o píer de atracação dos navios de gás que abastecerão o terminal não permitiu que os fornecedores do gás estipulassem pontos do contrato como, por exemplo, os seguros. “Esse é um projeto estruturante para o Estado e o governo gaúcho precisa dar uma atenção especial para que ele continue competitivo e dispute o próximo leilão no final do ano”, defende o dirigente.

Fonte: Jornal do Comércio

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Brasileiro pagará menos por energia elétrica

postado por Alice| agosto 4th, 2011 |Comentários 0 comentários
Com chuva dos últimos meses, gasto com termelétricas não deve chegar a R$ 250 milhões no ano, avalia o ONS
 

As fortes chuvas do início do ano encheram os reservatórios das hidrelétricas do País ao maior nível dos últimos 10 anos. Por conta disso, os brasileiros deverão pagar menos para garantir o abastecimento de energia, já que menos usinas termelétricas deverão ser ligadas. A energia gerada nessas usinas é mais cara que nas hidrelétricas. Segundo o diretor-geral do ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico), Hermes Chipp, até o momento nenhuma usina termelétrica precisou ser ligada no País. Segundo ele, o gasto com o despacho das termelétricas neste ano não deve chegar a R$ 250 milhões, metade dos R$ 500 milhões gastos em 2010. Nas regiões Sudeste e Centro- Oeste, os reservatórios em 31 de julho estavam com 80,7% de sua capacidade; na região Nordeste, com 79,6%; e no Sul, com 95,4%. Na comparação com a mesma data de 2010, Sudeste e Centro-Oeste tinham 66%, enquanto o Nordeste tinha 65% de sua capacidade total. Chipp acredita que, com o cenário positivo, há a possibilidade de não precisar acionar nenhuma térmica neste ano. “Não posso afirmar que nenhuma usina será ligada, mas existe essa possibilidade. E, mesmo que isso não aconteça, o custo não deve passar de R$ 250 milhões. Estamos com excelente nível de segurança energética.”Para Chipp, essa boa situação será mantida. Ele disse que o País se encontra em uma situação confortável, com sobra de energia. Esse cenário deverá se manter até 2015. Segundo o planejamento estratégico do ONS, existem 2.500 MW médios de sobra de energia em 2011, para uma oferta de 58 mil MW médios. Para 2015, o ONS prevê uma sobra de 5 mil MW médios, para uma oferta de 71 mil MW médios, considerando crescimento de 5% ao ano no PIB no período – em média 1% de elevação do PIB corresponde a 1% de aumento no consumo de energia elétrica.
 
Fonte: Jornal do Comércio. Terça – feira. 02/08/2011.

 

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Bons ventos para o Brasil

postado por Alice| agosto 4th, 2011 |Comentários 0 comentários


Em menos de uma década, a energia que vem dos ventos conquistou espaço no mercado brasileiro, atraiu investimentos bilionários e tem hoje potencial superior ao hidrelétrico.

Levantamento inédito da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), com base nas informações recebidas pelas empresas, está redimensionando de 143 gigawatts (GW) para pelo menos 300 GW o potencial de geração de energia eólica no País.
No caso da hidreletricidade são estimados 261 GW. Os dados farão parte de um sistema que já está pronto, mas que só deve se tornar público no fim do ano. A ideia é garantir ao mercado o maior número de informações sobre os ventos e as localidades de maior incidência em tempo real, segundo o presidente da EPE, Mauricio Tolmasquim. É atrás desses bons ventos que grandes multinacionais estão desembarcando no País. O Brasil tornou-se o 12º mercado mais atraente do mundo para negócios em energia renovável e pode subir para a 10ª posição até o fim deste ano, no ranking da Ernst & Young Terco para 35 países, segundo o sócio da área de transações da consultoria, Luiz Claudio Campos.
“Esta é a melhor posição que o Brasil já atingiu no ranking, que não inclui as hidrelétricas por não considerá-las tão verdes”, disse.
A China se mantém na liderança, endo seguida dos Estados Unidos. As companhias do setor já não esperam nem sequer os leilões realizados pelo governo e começaram, este ano, a negociar energia eólica no mercado livre, o que também é inédito. É o caso da belga Tractebel Energia. A Eletrosul, que deve aumentar de 15 para 45 torres o número de aerogeradores – como são chamados os imensos ventiladores que produzem energia eólica – no parque de Cerro Chato, no Rio Grande do Sul, se prepara para entrar no mercado livre também.
O diretor de Engenharia e Operação da Eletrosul, Ronaldo Custódio, diz que, neste momento, todos os esforços da companhia estão concentrados no leilão que será realizado nos dias 17 e 18 de agosto. “Estamos inscritos com 120 MW. Já estamos nos formatando para o mercado livre depois do leilão”, afirmou o diretor, lembrando Bons ventos para o Brasil que, em breve, a empresa poderá exportar energia para o Uruguai a partir de acordo negociado entre os governos brasileiro e uruguaio.
Só em 2011 o Brasil está recebendo R$ 100 milhões em duas novas fábricas de equipamentos. Em outubro, a francesa Alstom inaugura a sua primeira fábrica no Brasil de aerogeradores. A planta ficará no polo de Camaçari, na Bahia. O investimento de R$ 50 milhões tem por objetivo marcar espaço num mercado que cresce a olhos vistos, enquanto o europeu, que ainda luta para vencer a crise econômica, parece ter arrefecido.
“É um mercado muito promissor e com alto potencial. Inicialmente, a fábrica está dimensionada para produzir 300 MW/ano. A ideia é atender ao Brasil, que ficará com dois terços do total, e alguns países da América Latina”, disse
Marcos Costa, vice-presidente do setor Power na Alstom Brasil e América Latina. Há duas semanas, a espanhola Gamesa também inaugurou sua primeira fábrica no país, no polo de Camaçari. Um investimento de R$ 50 milhões com capacidade de 400 MW/ano, a unidade vai produzir equipamentos com 40% de conteúdo nacional, conforme negociado com o Bndes.
A expectativa da empresa é ter um índice de nacionalização de 50% em 2012 e de 60% em 2013.Até 2013, o País receberá nada menos que R$ 25 bilhões em novos recursos para a energia eólica. Este é o valor que já está contratado. Ou seja, ainda não considera os projetos do próximo leilão. Segundo Tolmasquim, o País parte de uma capacidade instalada de praticamente zero em 2003 para mais de 11 GW em 2020. Ele explica que a revisão do potencial do País de 143 GW, como está no Atlas Eólico Brasileiro de 2001, para 300 GW se dará pelas novas tecnologias (as torres, que há até pouco tempo tinham 50 metros, agora têm 100 metros de altura), a qualidade das informações e do próprio vento brasileiro.Outra vantagem do mercado brasileiro, segundo Tolmasquim, é o fato de a energia eólica aqui não ser subsidiada, diferentemente de alguns países europeus como Espanha e Portugal. “O valor que está se formando é compatível com o mercado. Não é artificial como em outros países.”

Fonte: Jornal do Comércio. Segunda – feira. 01/08/2011.

 

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Enerbio vende créditos da BAESA

postado por Eduardo Baltar| julho 27th, 2011 |Comentários 0 comentários

A Enerbio vendeu, nessa semana, 20 mil créditos do projeto de créditos de carbono da BAESA. Esse projeto de energia renovável está certificado segundo o padrão internacional Verified Carbon Standard, um dos mais reconhecidos do mundo.

A compradora está localizada em Nevada (EUA).

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Fundo de Mudança do Clima vai financiar projetos de transporte público com combustível limpo nas cidades da Copa

postado por Eduardo Baltar| julho 27th, 2011 |Comentários 0 comentários

As cidades que receberão os jogos da Copa do Mundo de 2014 terão projetos de mobilidade urbana ambientalmente sustentáveis privilegiados pelo Ministério do Meio Ambiente com financiamento do Fundo Nacional sobre Mudança do Clima. A pasta vai dispor, a partir de agosto, de R$ 200 milhões em empréstimos reembolsáveis para o desenvolvimento de iniciativas na área.

A informação foi dada nesta terça-feira (26) pelo secretário nacional de Mudanças Climáticas e Qualidade Ambiental do ministério, Eduardo Assad, durante o Seminário de Tecnologias Sustentáveis, no Rio. Segundo ele, a principal meta é iniciar uma renovação no sistema de transporte público feito por ônibus, principalmente na capital fluminense, que também sediará os Jogos Olímpicos de 2016.

“Junto com as prefeituras, promoveremos não a mudança total da frota de ônibus, mas vamos começar a incentivar essa mudança, escolhendo para cada capital o que há de melhor”, explicou.

O secretário disse que o Fundo Nacional sobre Mudança do Clima, operado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), conta com R$ 230 milhões, dos quais R$ 30 milhões não são reembolsáveis e foram destinados a pesquisas e ao sistema de alerta contra catástrofes naturais. O restante, a partir da aprovação do Banco Central, será oferecido em várias linhas.

Segundo Assad, o fundo vai financiar tecnologias “prontas”, como é o caso dos ônibus movidos a etanol. “É uma tecnologia que a indústria pode entregar e os preços estão bons.” O secretário não descartou a possibilidade do financiamento da tecnologia do ônibus a hidrogênio. “Desde que o preço seja atrativo”, ressaltou.

Ele também incluiu na lista os ônibus híbridos (movidos a diesel e energia elétrica ou a diesel e etanol), que ainda estão sendo testados no país. “Na hora que a tecnologia estiver pronta, temos linha de financiamento, desde que [o projeto] seja economicamente viável”, acrescentou.

Investir em ônibus que utilizem cada vez menos combustíveis oriundos do petróleo é a principal alternativa para reduzir a emissão de gases do efeito estufa nas cidades. Segundo o professor do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia (Coppe) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Márcio D’Agosto, o transporte é o maior responsável pelas emissões nas áreas urbanas.

“A principal vantagem é a redução de poluentes ambientais. A pessoa está na Avenida Rio Branco [principal via do centro do Rio] e está respirando aquele ar cheio de partículas. Imagine como fica o pulmão do guarda de trânsito e do gari, que passam o dia inteiro ali. Precisamos de alternativas”, afirmou D’Agosto. O pesquisador coordena testes do primeiro ônibus flex urbano movido a gás e diesel, cuja tecnologia foi desenvolvida pela Bosch e pela MAN Latin America.

Para acessar o dinheiro do Fundo Nacional sobre Mudança do Clima, as prefeituras precisam associar-se às empresas do setor. (Fonte: Isabela Vieira/ Agência Brasil)

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