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Energias renováveis atingiram rendimentos recordes em 2011, diz relatório

postado por Micaela| março 15th, 2012 |Comentários 0 comentários

Apesar da instabilidade econômica que impactou o ano de 2011, as energias renováveis tiveram um bom ano, chegando a atingir rendimentos recordes e grandes aumentos de produção e instalação. Pelo menos é o que indica o Clean Energy Trends 2012 (Tendências da Energia Limpa 2012), novo relatório da Clean Edge, empresa de consultoria e pesquisa e energia limpa.

De acordo com o documento, todas as principais fontes de energia renovável (solar, eólica e biocombustíveis) tiveram altas taxas de crescimento em 2011, além de recordes de receita. A energia solar fotovoltaica, por exemplo, cresceu 69% em relação ao ano anterior, indo de 15,6 GW de capacidade instalada mundialmente em 2010 para mais de 26 GW em 2011.

Com relação aos rendimentos, a solar fotovoltaica teve um aumento de 29% em relação a 2010, subindo de US$ 71,2 bilhões para US$ 91,6 bilhões. A análise aponta que o percentual de crescimento dos rendimentos ficou menor do que o de capacidade instalada devido à queda do preço dos equipamentos e das instalações solares, que caíram de US$ 4,55 por watt de energia gerado em 2010 para US$ 3,48 em 2011.

E segundo o relatório, a tendência é que o crescimento nas instalações e nas receitas e a queda nos custos continuem na próxima década. O mercado deve atingir US$ 130,5 bilhões em 2021, enquanto o custo deve chegar a US$ 1,28 por watt gerado.

A energia eólica também apresentou crescimento semelhante. A capacidade instalada chegou a 41,6 GW, em grande parte graças à China, que foi responsável por 40% deste total, com 18 GW. Em segundo lugar ficou a União Europeia, com 10 GW, seguida dos Estados Unidos (7 GW), da Índia (3 GW) e do Canadá (1,3 GW).

Em relação às receitas, houve um crescimento de US$ 60,5 bilhões em 2010 para US$ 71,5 bilhões no último ano. Para 2021, a Clean Edge estima que os rendimentos da energia eólica cheguem a US$ 116,3 bilhões.

Já os biocombustíveis se mantiveram relativamente estáveis em se tratando de produção, subindo de 102,8 bilhões de litros gerados em 2010 para 105,4 bilhões em 2011. As receitas, por sua vez, subiram de US$ 56,4 bilhões em 2010 para US$ 83 bilhões em 2011.

Esse grande aumento foi impulsionado, sobretudo, pela alta nos preços das commodities, como o açúcar e os óleos vegetais, que subiram entre 10% e 20%. Para 2021, o relatório espera que os rendimentos dos biocombustíveis cheguem a US$ 139 bilhões.

Juntas, as três fontes de energia geraram US$ 246,1 bilhões em 2011, um crescimento de 31%em relação aos US$ 188 bilhões de 2010. A consultoria estima que esse valor chegue a US$ 385,8 bilhões nos próximos dez anos.

Mas apesar do enorme volume de capital movimentado e do crescimento da produção, o relatório sugere que todos esses ganhos não foram apropriadamente creditados devido aos revezes sofridos pela indústria renovável no último ano.

Um dos exemplos que o documento cita é o caso da companhia Solyndra, cuja falência ofuscou outras conquistas do setor, e fez com que muitos críticos das tecnologias limpas afirmassem que estas só se desenvolvem às custas de subsídios.

“O último ano pegou muitos na comunidade de tecnologia limpa de surpresa, à medida que a indústria se tornou um bode expiatório moderno. Os ataques esqueceram o fato de que muitas tecnologias de energia limpa estão se tornando custo-competitivas, são essenciais para a expansão dos mercados de energia em lugares como a China, o Japão e a Alemanha, e são uma proteção importante contra as formas mais voláteis de energia tradicional”, explicou Ron Pernick, co-fundador e diretor de gestão da Clean Edge.

O documento cita ainda outros pontos chave que favorecem e defendem o desenvolvimento do setor renovável: a indústria do petróleo, do gás e do carvão ainda recebe grandes subsídios; os projetos de energia nuclear requerem consideravelmente mais garantias de empréstimos do que as renováveis, e o acidente em Fukushima está estimulando a adoção das renováveis em detrimento da nuclear; o setor militar tem ajudado a desenvolver a energia limpa; a adaptação de edifícios está começando a desenvolver a eficiência energética; 2011 teve desenvolvimentos que apontam para um grande crescimento das tecnologias limpas etc.

 

Fonte: Instituto CarbonoBrasil/Clean Edge

Autor: Jéssica Lipinski

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Produção de energia eólica no Brasil vai crescer sete vezes até 2014, prevê a EPE

postado por Jhulie| setembro 8th, 2011 |Comentários 0 comentários

A energia eólica entrou definitivamente na matriz energética brasileira e deve crescer sete  vezes em volume nos próximos  três anos, saindo dos atuais 1.114  megawatts (MW) para 7.098 MW  em 2014. A informação foi divulgada pelo presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE),  Maurício Tolmasquim, na semana passada. “O mundo todo está  olhando para a questão da energia  eólica no Brasil. Nós já temos um  gigawatt (GW) instalado e vamos  multiplicar por sete, que já estão  contratados (em leilões) até 2014. É  um crescimento bastante expressivo”, disse Tolmasquim.

 Atualmente, quatro grupos dividem o mercado, mas a previsão  é que mais seis indústrias se instalem e comecem a produzir equipamentos até 2014. Ainda assim, segundo Tolmasquim, o Brasil ocupa  apenas o 21º lugar no ranking dos  países produtores de energia eólica, que tem a China em primeiro,  seguida pelos Estados Unidos, a  Alemanha e Espanha.                              

 Para o secretário de Planejamento Energético do Ministério de  Minas e Energia, Altino Ventura,  o sucesso da energia dos ventos explica-se por vários fatores. “A  tecnologia evoluiu. As torres hoje  são muito mais elevadas, saindo  de 50 metros de altura no passado para até 120 metros de altura  atualmente. A capacidade unitária  dos geradores também aumentou  e provocou uma redução de custos. A economia de escala, pelo  fato de haver demanda para a  energia eólica, também favoreceu  essa competitividade.”

 Para o presidente da Associação Brasileira de Energia Eólica  (Abeeólica), Ricardo Simões, o  desenvolvimento do setor vai gerar um grande volume de investimentos nos próximos anos. Atualmente o País conta com 57 parques  eólicos em produção e tem 30 em  construção.

 “Isto significa um investimento de R$ 25 bilhões a R$ 30 bilhões, e o setor eólico deve chegar  em 2014 faturando mais de R$ 3  bilhões por ano. Estamos em um  processo de consolidação dessa  indústria, com aumento de escala  e ganho de competitividade. É um  ciclo virtuoso, de uma energia limpa, renovável e sem emissão de  gás do efeito estufa”, disse Simões.

Fonte: Jornal do Comércio, 08/09/2011.

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Dois projetos de créditos de carbono da Enerbio são validados

postado por Eduardo Baltar| agosto 22nd, 2011 |Comentários 0 comentários

Dois projetos de MDL de energias renováveis desenvolvidos pela Enerbio foram validados no mês de agosto. Os projetos Complexo Carreiro II e o Projeto de MDL Santa Carolina foram validados pela Bureau Veritas Certification e estão sendo submetidos para a Comissão Ministerial de Mudança Global do Clima, ainda nesse mês.

Ambos projetos são formados por pequenas centrais hidroelétricas que geram energia limpa ao Sistema Interligado Nacional.

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21 projetos eólicos viabilizados no RS

postado por Eduardo Baltar| agosto 18th, 2011 |Comentários 0 comentários

O leilão de energia de ontem negociou 285,509 milhões de MWh, movimentando R$ 29,14 bilhões. 51 usinas venderam energia no leilão de ontem em todo o Brasil, totalizando 1.543 mil MW médios. Desse número, 44 são usinas eólicas, quatro térmicas a biomassa, duas térmicas a gás e o projeto de expansão de Jirau.

Dessas 21 usinas são no RS que constituem 402 MW a ser instalados no estado. Grande parte desse total será desenvolvido pela renobráx (empresa de um dos sócios da Pampa Eólica). Eles pretendem instalar um cluster eólico aqui no estado.

O preço de energia foi comparativamente a leilões anteriores muito baixo. Preço médio foi R$ 102,07/MWh.

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Estado do RS disputa dois leilões com 1,5 mil MW

postado por Jhulie| agosto 17th, 2011 |Comentários 0 comentários

Capacidade de empreendimentos gaúchos tem volume correspondente a 40% da atual demanda média estadual

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) realiza hoje e amanhã dois leilões de energia: os 02/2011 (A-3) e 03/2011 (Reserva), respectivamente. Os certames serão operacionalizados pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), em São Paulo. A Empresa de Pesquisa Energética (EPE) habilitou 321 empreendimentos a participar das disputas, o que significa capacidade instalada total prevista de 14.083 MW. Desse total, 1.501 MW são oriundos de projetos a serem construídos no Rio Grande do Sul.

Participarão das concorrências empreendimentos hidrelétricos, eólicos e de termelétricas a gás natural e biomassa (queima de material orgânico). Quanto aos projetos gaúchos, foram habilitados 57 eólicos, somando 1.456 MW, e duas Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs), com 45 MW. Esse volume de energia corresponde a aproximadamente 40% da demanda média do Estado.

O presidente do Conselho de Administração da Associação Brasileira de Geração de Energia Limpa (Abragel), Ricardo Pigatto, adianta que a expectativa é de que os leilões concretizem a venda de 4 mil a 5 mil MW de potência. Para o dirigente, as eólicas deverão ser o destaque, confirmando o maior montante negociado. No entanto, Pigatto teme que os baixos valores estipulados como tetos inviabilizem uma maior comercialização. Já sobre as PCHs, o receio ainda é maior. “Será uma surpresa se as PCHs conseguirem vender energia”, afirma.

Para o leilão 002/2011 (A-3), o preço inicial para os produtos Disponibilidade (fontes eólicas e termelétricas a biomassa ou a gás natural) e Quantidade (fontes hidrelétricas) será de R$ 139,00 por MWh. O preço de referência da hidrelétrica Jirau-Ampliação será de R$ 102,00/MWh. O preço de referência das PCHs será de R$ 139,00/MWh. Já o preço inicial da energia do leilão 003/2011 (Reserva) será de R$ 146,00/MWh.

Os empreendimentos que venderem energia nos leilões,  ofertando os menores preços, terão que iniciar as atividades até  meados de 2014. No caso do leilão  Reserva, a energia contratada só  será usada em situações de eventuais problemas de oferta para o sistema nacional.

O Rio Grande do Sul poderia disputar os leilões com o dobro da energia habilitada. Isso porque, em maio, havia sido cadastrado para participar da concorrência o projeto de 1.467 MW do grupo Bolognesi, que será construído no município de Rio Grande. A iniciativa prevê a implementação de uma termelétrica e de um terminal de Gás Natural Liquefeito, totalizando um investimento de cerca de R$ 2,2 bilhões.

Pigatto explica que a falta da licença ambiental de instalação e a indeterminação do local onde será instalado o píer de atracação dos navios de gás que abastecerão o terminal não permitiu que os fornecedores do gás estipulassem pontos do contrato como, por exemplo, os seguros. “Esse é um projeto estruturante para o Estado e o governo gaúcho precisa dar uma atenção especial para que ele continue competitivo e dispute o próximo leilão no final do ano”, defende o dirigente.

Fonte: Jornal do Comércio

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Bons ventos para o Brasil

postado por Alice| agosto 4th, 2011 |Comentários 0 comentários


Em menos de uma década, a energia que vem dos ventos conquistou espaço no mercado brasileiro, atraiu investimentos bilionários e tem hoje potencial superior ao hidrelétrico.

Levantamento inédito da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), com base nas informações recebidas pelas empresas, está redimensionando de 143 gigawatts (GW) para pelo menos 300 GW o potencial de geração de energia eólica no País.
No caso da hidreletricidade são estimados 261 GW. Os dados farão parte de um sistema que já está pronto, mas que só deve se tornar público no fim do ano. A ideia é garantir ao mercado o maior número de informações sobre os ventos e as localidades de maior incidência em tempo real, segundo o presidente da EPE, Mauricio Tolmasquim. É atrás desses bons ventos que grandes multinacionais estão desembarcando no País. O Brasil tornou-se o 12º mercado mais atraente do mundo para negócios em energia renovável e pode subir para a 10ª posição até o fim deste ano, no ranking da Ernst & Young Terco para 35 países, segundo o sócio da área de transações da consultoria, Luiz Claudio Campos.
“Esta é a melhor posição que o Brasil já atingiu no ranking, que não inclui as hidrelétricas por não considerá-las tão verdes”, disse.
A China se mantém na liderança, endo seguida dos Estados Unidos. As companhias do setor já não esperam nem sequer os leilões realizados pelo governo e começaram, este ano, a negociar energia eólica no mercado livre, o que também é inédito. É o caso da belga Tractebel Energia. A Eletrosul, que deve aumentar de 15 para 45 torres o número de aerogeradores – como são chamados os imensos ventiladores que produzem energia eólica – no parque de Cerro Chato, no Rio Grande do Sul, se prepara para entrar no mercado livre também.
O diretor de Engenharia e Operação da Eletrosul, Ronaldo Custódio, diz que, neste momento, todos os esforços da companhia estão concentrados no leilão que será realizado nos dias 17 e 18 de agosto. “Estamos inscritos com 120 MW. Já estamos nos formatando para o mercado livre depois do leilão”, afirmou o diretor, lembrando Bons ventos para o Brasil que, em breve, a empresa poderá exportar energia para o Uruguai a partir de acordo negociado entre os governos brasileiro e uruguaio.
Só em 2011 o Brasil está recebendo R$ 100 milhões em duas novas fábricas de equipamentos. Em outubro, a francesa Alstom inaugura a sua primeira fábrica no Brasil de aerogeradores. A planta ficará no polo de Camaçari, na Bahia. O investimento de R$ 50 milhões tem por objetivo marcar espaço num mercado que cresce a olhos vistos, enquanto o europeu, que ainda luta para vencer a crise econômica, parece ter arrefecido.
“É um mercado muito promissor e com alto potencial. Inicialmente, a fábrica está dimensionada para produzir 300 MW/ano. A ideia é atender ao Brasil, que ficará com dois terços do total, e alguns países da América Latina”, disse
Marcos Costa, vice-presidente do setor Power na Alstom Brasil e América Latina. Há duas semanas, a espanhola Gamesa também inaugurou sua primeira fábrica no país, no polo de Camaçari. Um investimento de R$ 50 milhões com capacidade de 400 MW/ano, a unidade vai produzir equipamentos com 40% de conteúdo nacional, conforme negociado com o Bndes.
A expectativa da empresa é ter um índice de nacionalização de 50% em 2012 e de 60% em 2013.Até 2013, o País receberá nada menos que R$ 25 bilhões em novos recursos para a energia eólica. Este é o valor que já está contratado. Ou seja, ainda não considera os projetos do próximo leilão. Segundo Tolmasquim, o País parte de uma capacidade instalada de praticamente zero em 2003 para mais de 11 GW em 2020. Ele explica que a revisão do potencial do País de 143 GW, como está no Atlas Eólico Brasileiro de 2001, para 300 GW se dará pelas novas tecnologias (as torres, que há até pouco tempo tinham 50 metros, agora têm 100 metros de altura), a qualidade das informações e do próprio vento brasileiro.Outra vantagem do mercado brasileiro, segundo Tolmasquim, é o fato de a energia eólica aqui não ser subsidiada, diferentemente de alguns países europeus como Espanha e Portugal. “O valor que está se formando é compatível com o mercado. Não é artificial como em outros países.”

Fonte: Jornal do Comércio. Segunda – feira. 01/08/2011.

 

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Siemens confirma venda de 63 turbinas para eólicas da Tractebel Energia.

postado por Alice| julho 19th, 2011 |Comentários 0 comentários

Equipamentos serão instalados em quatro parques no Ceará e um no Piauí. Início da operação está marcada para 2012

A Siemens confirmou contrato para fornecimento de 63 turbinas para os cinco parques eólicos que serão construídos pela Tractebel Energia no Nordeste do país. No ceará serão quatro parques – Mundaú (30 MW), Fleixeiras I (30 MW), Trairi (25,4 MW) e Guajirú (30 MW) e no Piauí será construído o parque Porto das Barcas (30 MW). Os empreendimentos entram em operação a partir de 2012 e a comercialização da energia se dará no ambiente de contratação livre, segundo informação divulgada nesta segunda-feira, 18 de julho.
De acordo com a Siemens, nos últimos seis meses, o volume de contratos de turbinas eólicas alcançou o equivalente a 310 MW que serão instalados no país entre 2012 e 2013.
As usinas poderão pleitear créditos de carbono.
O projeto de créditos de carbono desse empreendimento será assessorado pela Enerbio.
Fonte: Agência CanalEnergia, Negócios e Empresas
18/07/2011

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2012: Ano Internacional da Energia Sustentável para Todos

postado por Jhulie| julho 8th, 2011 |Comentários 0 comentários

Mais de 1,4 bilhão de pessoas, em todo o mundo, não têm acesso à eletricidade e, por isso, possuem péssimas condições de vida. Para tentar mudar essa realidade, a ONU proclamou 2012 como o Ano Internacional da Energia Sustentável para Todos

 Dados da Rede de Conhecimento ONU-Energia* apontam que, atualmente, mais de 1,4 bilhão de pessoas de todo o mundo não possuem acesso à eletricidade e cerca de um bilhão tem acesso intermitente, ou seja, não contínuo, o que acarreta em problemas de saúde, déficit educacional, destruição ambiental e, até mesmo, atraso econômico. 

Para chamar a atenção da população mundial para este problema e, assim, fomentar ações que possam ajudar a mudar essa realidade, a ONU – Organização das Nações Unidas proclamou que 2012 será o Ano Internacional da Energia Sustentável para Todos

O anúncio faz parte de uma iniciativa maior – também batizada de Energia Sustentável para Todos (Sustainable Energy for All*, em inglês) –, comandada pelo secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, que até o ano de 2030 pretende alcançar três grandes objetivos. São eles:

– assegurar que todos tenham acesso a serviços modernos de energia;

– reduzir em 40% a intensidade energética global e

– aumentar em 30% o uso de energias renováveis em todo o mundo. 

Para isso, a iniciativa espera receber apoio dos governos, empresas do setor privado, ONGs e da própria sociedade civil, que pode acessar o site do Sustainable Energy for All e participar ou, mesmo, propor ações que garantam a universalização da energia sustentável. Faça parte desse movimento! 

No portal do projeto ainda é possível conferir o calendário de eventos  que a ONU está preparando para a celebração do Ano Internacional da Energia Sustentável para Todos.

Sustainable Energy for All
* Rede de Conhecimento ONU-Energia

Fonte: Planeta Sustentável – Débora Spitzcovsky

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Enerbio realizará projetos de crédito de carbono para eólicas da Tractebel

postado por Gabriel| maio 20th, 2011 |Comentários 0 comentários

Até dezembro do próximo ano, a Tractebel Energia passa a contar com a energia renovável de cinco parques eólicos – um no Piauí e quatro no Ceará – totalizando 145,6 MW de capacidade instalada e investimento de R$ 630 milhões. Na primeira etapa da obra estão sendo realizados o projeto executivo e a fabricação de equipamentos, ficando a Siemens responsável pelo fornecimento e a montagem das torres e aerogeradores – unidades modelo SWT 2.3-101, de 2,3 MW cada. Já as obras dos parques iniciam até o final deste ano.

Já a Enerbio Consultoria ficará responsável pelo desenvolvimento dos projetos de créditos de carbono para as cinco eólicas, gerando uma receita para a Tractebel proveniente da redução de emissões de gases do efeito estufa que os parques eólicos irão gerar por se tratar de uma fonte de energia limpa. Através do MDL (Mecanismo de Desenvolvimento Limpo), a Tractebel poderá comercializar os créditos gerados pelos empreendimentos para países que possuem metas de redução de emissões de gases do efeito estufa de acordo com o estipulado pelo Tratado de Kyoto.

Com informações de Setorial News

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Metano Liberado nos Lixões Gera Energia Elétrica

postado por Jhulie| maio 12th, 2011 |Comentários 0 comentários

Na cidade de São Paulo, as usinas de metano implantadas nos aterros Bandeirantes e São João transformam o gás liberado pela decomposição do lixo em eletricidade, reduzindo em 20% as emissões de poluentes do município.

Transformar montes de lixo em algo produtivo, que diminui a quantidade de gases tóxicos lançados na atmosfera e ainda gera energia: essa é a ideia por trás das usinas de metano em funcionamento na cidade de São Paulo. Até 2007, cerca de 25% das emissões de gases de efeito estufa de São Paulo vinham dos aterros Bandeirantes (foto), ativo entre 1979 e 2006 e o maior da América Latina, e São João, que funcionou entre 1992 e 2007.

Hoje, o metano (gás 21 vezes mais nocivo que o CO2) liberado pelos lixões é usado para gerar energia elétrica. Um acordo feito com a prefeitura permitiu que os dois lixões fossem explorados para produzir energia. As empresas responsáveis por eles (Loga e EcoUrbis – que cuidam do Bandeirantes e do São João, respectivamente) fecharam uma parceira com a Biogás para que o metano captado seja queimado e transformado em eletricidade.

Os dois locais acumularam juntos 64 milhões de toneladas de lixo. O produto gerado por essa biomassa abastece 800 mil pessoas e reduz em 20% as emissões na cidade.

Fonte: Planeta Sustentável

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